A atleta peruana Gladys Tejeda Pucuhuaranga celebrou seu quarto lugar na elite feminina da Corrida de São Silvestre de 2025, descrevendo o resultado como inimaginável. Ela expressou felicidade e dedicou a conquista ao povo peruano, mencionando sua preparação em altitude no Peru e agradecendo a treinador e patrocinadores.
Núbia de Oliveira conquistou o terceiro lugar na 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, repetindo seu feito do ano anterior e garantindo novamente a melhor colocação entre as brasileiras. A atleta contou com o apoio da marca de gel Forcell, que destacou a importância de estar presente em um evento de grande porte e a identificação dos corredores com seus produtos.
A atleta brasileira Nubia de Oliveira conquistou o terceiro lugar na 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, atingindo seu recorde pessoal com o tempo de 52min42s. Ela celebrou sua evolução e expressou o desejo de ver o Brasil no topo do pódio novamente.
Fábio Jesus Correia conquistou o terceiro lugar na 100ª Corrida de São Silvestre, superando uma trajetória de dificuldades que incluiu trabalhar como coletor de lixo. O atleta desabafa sobre a falta de valorização do atletismo no Brasil, apelando por acesso a pistas de treino para a base e criticando as barreiras impostas aos corredores.
Muse Gizachew, vencedor da São Silvestre, descreveu a corrida como emocionante e desafiadora. A prova terminou com uma disputa acirrada, onde ele superou o queniano no final para garantir a vitória, com um brasileiro conquistando a terceira colocação.
A matéria detalha a premiação da 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, que bateu recorde com R$ 295.160,00 a serem distribuídos. Os campeões, Muse Gizachew (masculino) e Sisilia Panga (feminino), faturaram R$ 62.600,00 cada, com valores decrescentes para os colocados seguintes. A prova contou com cerca de 55 mil participantes e homenagens especiais.
A matéria relata a celebração do prefeito Ricardo Nunes pela 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Ele destacou a presença brasileira no pódio feminino e masculino, o aumento da participação feminina e o número recorde de participantes. A corrida teve como vencedores a tanzaniana Sisilia Panga no feminino e o etíope Muse Gizachew no masculino.
Fábio Jesus, o melhor brasileiro na 100ª São Silvestre, celebrou seu pódio com o terceiro lugar e um tempo de 45min06s. Ele destacou as dificuldades de treinamento no Brasil e fez um apelo por mais locais de treino para atletas.
Núbia de Oliveira conquistou o terceiro lugar na 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, sendo a melhor brasileira pelo segundo ano consecutivo. A atleta de 23 anos celebrou o resultado e projetou uma futura vitória na prova, apesar de reconhecer a força das adversárias africanas.
A 100ª edição da São Silvestre foi marcada por histórias de superação e personagens carismáticos. Corredores fantasiados e com trajetórias inspiradoras celebraram o evento tradicional em São Paulo, destacando a importância da corrida para a superação de desafios pessoais.
A 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre consagrou o etíope Muse Gizachew como campeão na categoria masculina, após ultrapassar o queniano Jonathan Kamosong nos metros finais. O brasileiro Fábio Jesus Correia completou o pódio em terceiro lugar, em uma prova emocionante que reuniu cerca de 55 mil participantes.
A tanzaniana Sisilia Panga conquistou a 100ª edição da Corrida de São Silvestre, realizada em 31 de dezembro de 2025. A brasileira Núbia de Oliveira repetiu o feito do ano anterior, terminando em terceiro lugar e sendo a melhor representante nacional na prova feminina.
O casal de paratletas amazonense, Franciomar Franco e Cristina Maximiano (Lina), se destacou na 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, na categoria dos cadeirantes. Através de arrecadação online, eles conseguiram viajar até São Paulo para competir em uma prova histórica, onde Franciomar Franco sagrou-se campeão.
A 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre teve como vencedores da categoria cadeirante os paratletas Marleide Sales e Franciomar Franco, ambos de Manaus. A prova, que celebrou seu centenário, percorreu 15 km por pontos históricos de São Paulo, consolidando-se como o principal evento de atletismo de rua da América Latina.
A 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre homenageou os brasileiros Fábio Jesus Correia e Nubia de Oliveira, que conquistaram o terceiro lugar nas categorias masculina e feminina, respectivamente. A cerimônia ocorreu antes da coletiva de imprensa dos campeões, com ambos recebendo um troféu comemorativo.
A atleta queniana Cynthia Chemweno, segunda colocada na 100ª edição da Corrida de São Silvestre, expressou gratidão pelo carinho recebido do público brasileiro. Apesar de não ter conquistado o primeiro lugar, ela celebrou o segundo vice-consecutivo e um bom resultado para fechar o ano.
Jonathan Kamosong, atleta queniano, lamentou a perda do título da 100ª Corrida Internacional de São Silvestre nos metros finais. Ele atribuiu a derrota à fadiga muscular nos quilômetros decisivos, que o impediu de manter a velocidade para superar o etíope Muse Gizachew. Kamosong destacou o aprendizado com a prova, especialmente a necessidade de gerenciar melhor o esforço nos primeiros quilômetros.
O etíope Muse Gizachew conquistou a 100ª edição da Corrida de São Silvestre após uma ultrapassagem estratégica nos metros finais. Ele revelou que a chave para a vitória foi manter seu próprio ritmo e não se preocupar com os adversários, superando o queniano Jonathan Kamosong por quatro segundos.
A São Silvestre de 2025 teve como campeões o etíope Muse Gizachew na prova masculina e a tanzaniana Sisilia Panga na feminina. Os brasileiros Fábio Jesus e Núbia Oliveira conquistaram o terceiro lugar em suas respectivas categorias, lamentando a falta de incentivo ao atletismo no país.
Fábio Jesus Correia conquistou o terceiro lugar na São Silvestre 2025, sendo o melhor brasileiro na prova. Ele lamentou a falta de incentivo ao atletismo no Brasil, relatando ter treinado na rua devido à indisponibilidade das pistas. Núbia Oliveira também obteve o bronze no feminino.