Reportagem analisa a estratégia adotada por Palmeiras, Vasco, São Paulo e Fluminense de substituir patrocínios de casas de apostas por marcas de serviços esportivos ligadas às mesmas operadoras, explorando uma brecha da Medida Provisória 1.394/2026. Especialistas em direito ouvidos pelo UOL explicam que a proteção legal depende da atividade efetiva da nova marca, mas o risco de enquadramento como propaganda indireta de bets permanece. O Ministério da Justiça não respondeu às consultas da reportagem sobre o tema.