A Copa do Mundo de 2026, sediada nos Estados Unidos, apresenta um cenário de inacessibilidade para muitos torcedores, especialmente imigrantes brasileiros, devido aos preços exorbitantes dos ingressos e a um sistema de precificação dinâmica adotado pela FIFA. O artigo critica essa exclusão, comparando com edições anteriores e analisando as falhas do modelo de vendas, ao mesmo tempo em que sugere possíveis soluções e a pressão política necessária para torná-la mais inclusiva.