A matéria descreve a final do Mundial de Clubes feminino em Londres entre Arsenal e Corinthians, destacando a expectativa da torcida corintiana e a dimensão financeira do torneio. Paralelamente, aborda o retorno de um zagueiro ao clube e conselhos de um campeão de 1991 para a conquista da Supercopa.
O artigo analisa a temporada medíocre do Corinthians no Brasileirão de 2025, criticando a 13ª colocação e o saldo de gols negativo, apesar da alta folha salarial. A má performance custou caro financeiramente, com a perda de premiações importantes, e a matéria aponta falhas da comissão técnica e do elenco.