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O dia acorda em Londres com a final do Mundial de Clubes feminino no Emirates Stadium, entre Arsenal e Corinthians, sob o frio do inverno e a vibração da Fiel que já canta mesmo de longe [ ]. Érika, zagueira do Timão, disse que é surreal a ideia de jogar na casa das adversárias e que a torcida vai cantar mais alto do que as anfitriãs, transformando a arena em uma praça de apoio mesmo longe de casa [ ]. Ao lado das lutas, Gabi Zanotti celebrou a vitória da semifinal sobre Gotham FC, destacando a força da torcida das Brabas que ganhou a garganta da cidade; Ana Vitória também opinou sobre a suposta vantagem do Arsenal, lembrando que o Corinthians veio com humildade e disciplina para o duelo [ , ]. A final também tem uma dimensão financeira: o campeão do Mundial levou premiação recorde de US$ 2,3 milhões, elevando o patamar das equipes femininas e deixando claro que o torneio é uma vitrine de investimentos (total do Mundial, US$ 3,9 milhões) [ ]. No cenário interno, a volta de João Pedro Tchoca freou a busca por um zagueiro: com o defensor de volta, a diretoria alvinegra entendeu que não precisa fechar nova contratação, mantendo cinco opções no setor e suspendendo a busca até nova avaliação [ ]. Entre o passado e o presente, Paulo Sérgio, campeão em 1991, aponta o caminho para o Corinthians vencer o bi da Supercopa: meio-campo compacto, marcação pelas laterais e converting as oportunidades em gols; ele lembrou que o legado daquele título ainda pesa, mesmo com o futebol mudando e a premiação crescendo [ ]. O dia termina com a sensação de que o Corinthians, em todas as frentes, carrega uma memória viva — do glamour do Emirates até o peso de 1991 — e uma torcida que não cansa de acreditar, seja em Londres, seja em qualquer hora do Brasil [ , ].