O Náutico anunciou a renovação de seu patrocínio máster, que agora inclui os naming rights do estádio dos Aflitos. O novo contrato, vigente por duas temporadas, é o maior da história do clube, com um investimento de R$ 9,6 milhões, podendo chegar a R$ 12,5 milhões com metas esportivas. O acordo também prevê a troca da iluminação do estádio por LED e inclui o naming rights das quadras esportivas.
A Caixa Econômica Federal solicitou ao Corinthians mais tempo para definir o valor dos naming rights da Neo Química Arena. A renegociação da dívida de R$ 660 milhões pela construção do estádio depende dessa estimativa. O clube busca novos parceiros comerciais, pois o contrato atual com a Hypera Pharma é considerado abaixo do mercado.
O Corinthians se reuniu com executivos da Caixa Econômica Federal para discutir a dívida da Neo Química Arena e a possibilidade de troca dos naming rights. O clube aguarda o valuation do estádio por parte do banco para renegociar o débito, atualmente estimado em R$ 660 milhões.
O São Paulo Football Club pode fechar o maior acordo de naming right do Brasil com a BYD. A oferta de R$ 35 milhões anuais para rebatizar o Morumbis superaria os contratos atuais de outros clubes como Corinthians, Palmeiras e Athletico Paranaense. O atual contrato com a Mondelez expira no final do ano.
O Grêmio está em negociações avançadas para fechar um pacote de patrocínios, incluindo o naming rights da Arena, que nunca foi comercializado. O clube busca aglutinar empresas interessadas em estampar suas marcas, com a possibilidade de o patrocinador máster também adquirir os direitos do estádio. O objetivo é equilibrar as propostas de diversas empresas e ter novas marcas no uniforme que estreia em março.
O Corinthians está avançando em negociações para quitar a dívida da Neo Química Arena. O clube paulista conversa com a Caixa Econômica Federal e a Hypera Pharma para a venda dos naming rights do estádio. O objetivo é fechar um acordo de 10 a 15 anos para quitar um débito de aproximadamente R$ 670 milhões.
A matéria discute a negociação entre o Corinthians e a Caixa Econômica Federal para solucionar a dívida do estádio. A proposta envolve a venda do naming right da arena e a possibilidade da Caixa se tornar patrocinadora principal da camisa, apesar das críticas sobre favorecimento estatal.
O consórcio Fla-Flu, responsável pela administração do Maracanã, recebeu uma oferta de R$ 55 milhões anuais pelos naming rights do estádio. A negociação ainda depende do aval do Governo do Estado e visa elevar o valor, considerando a legislação e o tombamento do local. O Flamengo detém 65% da participação societária do consórcio, enquanto o Fluminense possui 35%.