As Ilhas Kiribati, um arquipélago no Pacífico, fazem um apelo para participar da Copa do Mundo antes que o país desapareça do mapa devido à elevação do nível do mar. A federação local busca apoio internacional para desenvolver o esporte e, consequentemente, aumentar a visibilidade das consequências da crise climática.
O calor extremo em Roland Garros causou desgaste em tenistas como Jannik Sinner e Jakub Mensik, levantando preocupações sobre mudanças climáticas. Especialistas alertam que o aquecimento global intensifica ondas de calor, impactando o esporte e exigindo adaptações, como a possível alteração de datas de torneios.
Mudanças climáticas e eventos extremos representam uma ameaça significativa para a indústria global do esporte, estimada em R$ 11,8 trilhões. Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que inatividade física e riscos ambientais podem causar perdas anuais de centenas de bilhões de dólares, comprometendo o crescimento projetado do setor.
O aquecimento global está impactando significativamente os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, forçando o uso de 80% de neve artificial devido à diminuição de 34% na neve natural nos Alpes nos últimos 100 anos. Essa dependência de neve artificial gera um alto custo ambiental, com a utilização de milhões de litros de água, e afeta a viabilidade e segurança de diversas modalidades, além de gerar preocupação para o futuro dos esportes de inverno.