O artigo discute a possível convocação de Neymar para a Copa do Mundo sob o comando de Carlo Ancelotti, analisando os riscos e benefícios. O autor levanta a hipótese de que a inclusão do jogador, mesmo que ele não esteja em sua melhor forma, pode gerar problemas de comportamento e pressão por minutos em campo, exigindo uma gestão cuidadosa por parte da comissão técnica.