Max Verstappen afirma que o clima na Red Bull ficou mais leve e menos estressante após a saída de Christian Horner da chefia da equipe, em entrevista à Associated Press. O tetracampeão comentou o tema em meio a rumores de possível retorno de Horner à Fórmula 1, depois de vínculos com Alpine, BYD e Ferrari. A reportagem também relembra as principais baixas da Red Bull nos bastidores desde 2024, como Adrian Newey, Helmut Marko e Jonathan Wheatley.
Charles Leclerc e Lewis Hamilton saíram em defesa de Fred Vasseur, chefe da Ferrari, após rumores que ligam Christian Horner, ex-Red Bull, ao cargo. Os pilotos reforçaram a confiança no dirigente antes do GP do Bahrein, enquanto reconhecem as dificuldades de desempenho da equipe, especialmente no motor. A Ferrari reiterou sua total confiança no francês para encerrar as especulações.
Christian Horner, ex-chefe da Red Bull, declarou ao jornal The Times que a Ferrari seria a única equipe pela qual aceitaria trabalhar sem participação acionária, chamando-a de 'gigante adormecido' da F1. Frédéric Vasseur, atual chefe da escuderia italiana, ironizou o interesse afirmando que Horner 'procura emprego em todos os lugares', enquanto tenta blindar o time das distrações para garantir o vice-campeonato de construtores. A reportagem também menciona rumores de desgaste na relação entre Lewis Hamilton e a direção da Ferrari.
Sergio Pérez, ex-piloto da RBR, revelou em entrevista que correr ao lado de Max Verstappen na equipe era o "pior trabalho" na F1. Segundo ele, o projeto da RBR sempre foi voltado para Verstappen, tornando a posição de companheiro de equipe uma tarefa árdua e desmotivadora. Pérez retorna à F1 em 2026 pela Cadillac.