O artigo critica a decisão da direção do Flamengo, representada por Bap e Boto, de demitir o técnico após uma goleada de 8 a 0. O autor aponta a soberba da direção e o extremismo de parte da torcida como responsáveis pela atitude, que resultou na demissão de um técnico com bom histórico.
O artigo discute a pressão sobre o técnico Rogério Ceni no Bahia, comparando a situação com a demissão de Felipe Luís no Flamengo. O autor critica o 'fundamentalismo' de torcidas e diretorias que exigem resultados imediatos, ignorando o trabalho a longo prazo e alimentando crises e violência no futebol.