O ge resgata a trajetória de Dulce Rosalina, torcedora do Vasco que há 70 anos se tornou a primeira mulher a presidir uma torcida organizada no Brasil, a TOV. A reportagem destaca como ela revolucionou a forma de torcer no país, implementando papel picado, serpentinas e baterias, e inspirou mulheres a enxergar o estádio como lugar de pertencimento. O texto também aborda homenagens póstumas, como a faixa em São Januário, a rua com seu nome e o enredo da União Cruzmaltina no Carnaval 2027.
O Vasco trava uma disputa para definir a casa da semifinal contra o Boca Juniors, após a Justiça negar liminar que garantiria o Maracanã, mantendo São Januário como plano preferido apesar das restrições da Conmebol. Em paralelo, o Conselho Deliberativo discute a venda de 90% da SAF a um grupo ligado a Marcos Lamacchia. A crônica ainda relembra Dulce Rosalina, primeira mulher a presidir uma torcida organizada no Brasil, há 70 anos.