O São Paulo formalizou um acordo com a Datasoccer, empresa que gerenciava a carreira do meia André Anderson, e parcelou em 20 vezes uma dívida de R$ 2,05 milhões. O clube havia sido condenado pela Justiça em setembro por valores em atraso referentes à passagem do jogador entre 2022 e 2023, quando disputou apenas 12 partidas por causa de lesões recorrentes. A Justiça rejeitou os argumentos do clube de que o caso deveria ser tratado pela CNRD e de que as lesões teriam reduzido a utilidade econômica do contrato.