O São Paulo formalizou um acordo com a Datasoccer, empresa que gerenciava a carreira do meia André Anderson, e parcelou em 20 vezes uma dívida de R$ 2,05 milhões. O clube havia sido condenado pela Justiça em setembro por valores em atraso referentes à passagem do jogador entre 2022 e 2023, quando disputou apenas 12 partidas por causa de lesões recorrentes. A Justiça rejeitou os argumentos do clube de que o caso deveria ser tratado pela CNRD e de que as lesões teriam reduzido a utilidade econômica do contrato.
O São Paulo firmou um acordo judicial com o meio-campista André Anderson para quitar uma dívida de aproximadamente R$ 2 milhões, referente à passagem do jogador pelo clube entre 2022 e 2023, com pagamento parcelado em 20 vezes. O clube já havia sido condenado em setembro, e a Justiça recusou os argumentos da defesa do Tricolor, que questionava a competência da Justiça comum em favor da CNRD. O jogador, que disputou apenas 12 jogos pelo clube em razão de lesões, atualmente atua pelo Pouso Alegre.
O São Paulo fez um acordo para pagar uma dívida de R$ 2 milhões referente a direitos de imagem não pagos do meio campista André Anderson, que defendeu o clube em 2022. O clube havia sido condenado em abril em ação movida pela empresa Data Soccer, do agente Júlio Taran, e o recurso apresentado não revertou a decisão. Anderson chegou ao Morumbis como aposta, mas sofreu com lesões e hoje defende o Pouso Alegre, da Série D.
O São Paulo foi acionado judicialmente pela empresa Data Soccer para o pagamento de R$ 2 milhões em direitos de imagem não quitados do meia André Anderson, referente a 2022. O jogador deixou o clube com parcelas atrasadas e um montante em euros não pago, totalizando o valor cobrado. André Anderson, que teve passagem marcada por lesões e poucas atuações no São Paulo, hoje defende o Pouso Alegre.