O artigo critica a reação xenófoba de treinadores brasileiros, como Oswaldo de Oliveira e Emerson Leão, contra treinadores estrangeiros. A autora defende que o debate sobre a qualidade dos técnicos no Brasil deveria focar na queda técnica nacional, em vez de culpar estrangeiros. A matéria também aborda o tratamento dado a Carlo Ancelotti e a persistência da misoginia no futebol.