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Análise dos Times

Selecao Brasileira

Principal

Motivo: O artigo critica severamente a falta de personalidade e a submissão dos jogadores a Neymar, pintando um quadro negativo da equipe e de seu desempenho coletivo.

Viés da Menção (Score: -0.8)

Motivo: Embora o artigo aponte a pressão e a responsabilidade excessiva sobre Neymar, ele o critica por não ser um "líder nato" e por ter "súditos" ao invés de companheiros, sugerindo uma falha em sua capacidade de gestão do grupo.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: O jogador é explicitamente criticado por falta de personalidade e por ter se complicado com declarações, além de não ter reagido a agressões em campo.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: O jogador é descrito como tendo "mínimos lampejos" de seu potencial, sendo considerado "normalíssimo" e mero coadjuvante na seleção.

Viés da Menção (Score: -0.6)

Palavras-Chave

Entidades Principais

neymar selecao brasileira raphinha vinicius jr pelé joao pedro felipao romario zuñiga

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Neymar não tem companheiros na seleção brasileira. Ele tem súditos Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 26/05/2026 13h07 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Neymar, da seleção brasileira, em jogo contra a Bolívia pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 Imagem: Pedro Vilela/Getty Images O maior problema dessa seleção brasileira é a falta de personalidade coletiva e individual. É um grupo sem liderança, com jogadores que mais procuram se esconder atrás do Neymar do que mostrar que são capazes de assumir a responsabilidade e dividir o protagonismo, seja dentro como fora de campo. A grande maioria deles está aliviada com a convocação do Neymar porque saem de foco, e a cobrança cairá sobre o santista. Primeiro foi o lobby para que ele fosse convocado; tanto que um deles, João Pedro, pediu o Neymar na seleção, e ele próprio ficou de fora. Agora, os jogadores estão correndo de vestir a camisa 10 e começou o lobby para que essa camisa seja do Neymar. Em breve, esses jogadores começarão o terceiro lobby, que é para o Neymar ser titular, mesmo sem condições para isso até o momento. Nessas questões, o Neymar não tem nada a ver com isso, e começo a achar que aqueles que diziam que ele não tinha companheiros à sua altura estavam com razão. O Neymar foi obrigado a assumir um papel de líder que ele não é, por submissão dos jogadores de 2015 para frente. Em 2014, o Neymar estava bem na Copa até tomar uma entrada criminosa do jogador colombiano Zuñiga, que o tirou da Copa; portanto, ele não estava em campo no maior vexame de nossa história, o histórico 7 x 1. Sakamoto Castro segue roteiro de Vorcaro e assombra Flávio Wálter Maierovitch Mendonça é ministro gangorra no caso Master Alicia Klein Camisa 10 e a submissão da seleção a Neymar Carla Araújo Para Gilmar, caso Master não impacta Gilmarpalooza O movimento que esse grupo está fazendo é o mesmo de 2018 (Rússia) e 2022 (Qatar), que é jogar a "bomba atômica" nas mãos do Neymar e se esconder para não serem notados. Com o Neymar em campo, caso a seleção seja eliminada, a responsabilidade cairá toda em suas costas, e esses caras que pediram a sua convocação e deram a camisa 10 para ele irão embora para as férias ilesos, ou pelo menos acham isso. Nem com o Neymar no auge conseguiria fazer a diferença, tendo ao lado jogadores "puxa-saco" ao invés de companheiros combatentes. Raphinha e Vinícius Jr. são aqueles mais aliviados de todos. O jogador do Barcelona já cansou de mostrar falta de personalidade com a camisa da seleção e que, quando resolve falar, sempre se complica. Em 2022, antes da estreia, disse que já havia ensaiado 10 dancinhas para comemorar gols na Copa, e todos viram a inércia de sua presença. Depois, foi que contra a Argentina era "porrada neles dentro e fora de campo", e tomamos 4 x 1, fora o baile e o olé da torcida, além do Raphinha ter tomado tapa na cara e na nuca e não ter feito absolutamente nada. O jogador do Real Madrid, até hoje, só teve apenas mínimos lampejos do que já fez pelo time espanhol e com a camisa amarela, e nunca passou de um jogador normalíssimo e mero coadjuvante. Eu nunca vi um grupo da seleção brasileira tão fraco de personalidade como esse da Copa de 2026. Eu fico pensando quando o Pelé decidiu não jogar mais pela seleção em 1971. Ele se despediu em dois jogos, e o primeiro foi dia 11 de junho de 1971, no Morumbi, para 110 mil pessoas que gritaram "PELÉ, PELÉ, PELÉ". Já no dia 18 de junho de 1971, foi a vez de 138.575 mil pessoas se despedirem e verem o Pelé dar a volta olímpica, carregado, segurando a camisa 10, com o público gritando "FICA, FICA, FICA". Depois dessa despedida, quando em 1974 a seleção seria convocada, nenhum jogador saiu pedindo a sua convocação, e o Pelé era simplesmente o Rei do Futebol e seria o maior escudo para uma eliminação. E assim foi sucessivamente durante todas as Copas que vieram. Nunca se fez lobby, e quando fizeram, não funcionou, como foi o caso do Romário em 2002. Naquela Copa, a imprensa e os torcedores queriam de todo jeito o Romário na seleção, mas o Felipão fez a escolha a favor da união e do coletivo do grupo e foi pentacampeão. Como pensar que essa seleção brasileira possa ser hexacampeã se os jogadores claramente querem se esconder atrás da presença do Neymar? Se for campeã, o Neymar será ovacionado. Mas se perder, será o culpado. E os outros? Qual deles levará o café da manhã na cama para o Neymar? Qual irá limpar suas chuteiras? Porque só está faltando isso. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora BYD lança novo SUV cupê elétrico com 531 cv e preço de Volvo; veja detalhes SOMP: por que a síndrome dos ovários policísticos precisou mudar de nome? PF cita 'vínculo estreito' de Castro com Vorcaro em aporte do RJ no Master Advogado deixa defesa de Jairo após colega infartar: 'Irresponsabilidade' Brasil atinge maior IDH da história, mas desigualdade segue, diz ONU