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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Justiça negou prisão de pivô de escândalo de camarote no São Paulo Pedro Lopes Colunista do UOL 11/03/2026 18h44 Deixe seu comentário Vista aérea do estádio do Morumbis, em São Paulo Imagem: Marlon Costa/AGIF Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A Justiça de São Paulo negou, em fevereiro, um pedido do Ministério Público de prisão temporária de Rita de Cássia Adriana Prado, envolvida nas denúncias de exploração de camarotes clandestinos no São Paulo. A decisão judicial, sigilosa, reconheceu o direito dela, conhecida como Adriana Prado, de permanecer em silêncio durante as investigações. A coluna apurou que havia temor entre pessoas ligadas à investigação quanto à possibilidade de destruição de provas ou obstrução nas investigações, que seguem em andamento. O pedido e a negativa aconteceram antes da oitiva dela na delegacia, que ocorreu no último dia 24 de fevereiro. Adriana compareceu na ocasião, mas passou mal e optou por ficar em silêncio durante o depoimento. Daniela Lima Lula escolhe caminho mais difícil para Senado em SP Wálter Maierovitch Após ser sorteado, Toffoli sai pela tangente PVC Valverde faz gol de Pelé, e Real vence City Helio de La Peña Daniel Vorcaro, o rei do camarote 2.0 Adriana é quem gravou os ex-diretores do São Paulo Mara Casares e Douglas Schwartzmann discutindo a locação de um camarote no Morumbis. Os próprios dirigentes chamam o espaço de clandestino e irregular no áudio. A defesa de Adriana afirmou que tinha recebido, antes de ser procurada pela coluna, a informação sobre o pedido e a negativa da Justiça, mas ainda não tinha tido acesso aos documentos. "Os advogados Gabriella Silvestre e Victor Pegoraro, constituídos para promover a defesa da Sra. Rita de Cassia Adriana Prado, informam que desconhecem qualquer pedido de prisão temporária eventualmente formulado contra ela ou contra qualquer outro investigado no âmbito da força-tarefa responsável pelas investigações nos inquéritos policiais que envolvem o São Paulo Futebol Clube - SPFC. A defesa recebeu hoje, com surpresa, a informação de que teria sido formulado um pedido de prisão temporária, aparentemente indeferido pelo Juízo competente, sem qualquer confirmação acerca de quem seria a pessoa alvo da medida. Ressalte-se que a defesa não teve acesso a esse eventual pedido, o qual ainda não foi juntado aos autos do inquérito, impedindo qualquer análise concreta de seu conteúdo", afirma, em nota. Os advogados afirmam ainda que o silêncio deu-se por questões médicas, e que ela estava disponível para retornar à delegacia em outra data. "A Sra. Rita de Cassia Adriana Prado compareceu à Delegacia de Polícia, ocasião em que munida de documentos médicos que comprovaram seu estado de saúde debilitado, informou a impossibilidade de prestar depoimento naquele momento (documentos médicos anexados aos autos do inquérito). Na oportunidade, colocou-se formalmente à disposição para novo comparecimento em data futura, após sua plena recuperação, bem como após sua defesa ter acesso à íntegra dos elementos colhidos no âmbito das investigações, em respeito a legalidade do procedimento", diz a nota. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Pedro Lopes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Inmet alerta para 'grande perigo e com chuva volumosa' em SP, Rio e MG Flávio Bolsonaro agradece a Milei por 'asilo' a condenado pelo 8 de Janeiro MA: Governador afasta secretário de Segurança por pedido de foto a delegada Ceci Ribeiro diz ter se sentido desconfortável ao entrevistar Babu Novos bombardeios de Israel no Irã e Líbano deixam dezenas mortos e feridos