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Análise dos Times

Cbf

Principal

Motivo: O texto descreve a CBF como tendo uma 'dura missão' e uma 'nuvemzinha escura' sobre sua sede, indicando desconfiança e um histórico problemático que precisa ser superado para que o Brasil confie nela.

Viés da Menção (Score: -0.6)

Motivo: O texto aborda a perspectiva dos clubes que saíram da reunião com discurso positivo, mas também menciona que há desconfianças e interesses difusos a serem solucionados, mantendo um tom mais descritivo do que de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

CBF Brasília Marco Polo Del Nero Ricardo Teixeira Liga Única José Maria Marin LCP Carlos Gamboa

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte CBF tem dura missão para criar Liga Única: fazer o Brasil acreditar na CBF Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 07/04/2026 08h46 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Samir Xaud entre Leila e Bap; árdua missão de união Imagem: Divulgação Quase a totalidade dos dirigentes dos 40 clubes de Séries A e B saiu da reunião da CBF, na Barra da Tijuca, com discurso de que a assembleia foi histórica, um marco e todos os adjetivos positivos possíveis. Tirando quem saiu da reunião fazendo provocações infantis ou mantendo guerras adolescentes de dirigente contra dirigente, entendeu-se que o objetivo é criar o terceiro maior campeonato nacional do mundo. O objetivo único da liga tem de ser este: criar o maior campeonato do mundo. Está meio evidente que a atual gestão da CBF tem mais princípios para o bem do futebol do que nos tempos de Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero ou José Maria Marin. Então, por que existe desconfiança? Ora, porque é a CBF. Juca Kfouri O vento sopra a favor do São Paulo no Uruguai Daniela Lima Flávio busca vice no PP para atrair União Brasil Josias de Souza Alarme da impopularidade toca na campanha de Lula Sakamoto Trump amarelou de novo, mas a barbárie continua Há décadas, desde quando a CBF ainda era CBD e as crianças brincavam na escola que a sigla significava "Come, Bebe e Dorme" desconfia-se das ações de quem ampliou, diminuiu, brincou, jogou, impediu reuniões, dividiu grupos sólidos. Há uma nuvemzinha escura que sobrevoa a sede da CBF como se fosse a casa da Família Adams, nos desenhos ou no cinema. Também há interesses difusoso a serem solucionados. Antes da reunião da Barra da Tijuca, parecia oportuno colocar todas as partes na mesa. Significava abrigar no debate os clubes filiados à Libra, que estava desmilinguindo, os trinta com contratos com a FFU, os investidores dos dois lados. Entendeu-se que não era o momento de colocar os investidores na conversa. A CBF tem a ideia de que os contratos que dão poder decisório ao grupo LCP, que comprou entre 10% e 20% de clubes associados por até cinquenta anos, não deve haver. De acordo, o empresário Carlos Gamboa não pode ter soberania na Liga. Deve ser o investidor e ganhar mais dinheiro. Por outro lado, há contratos assinados a cumprir. Já se entende que a criação da Liga pode deixar o investidor apenas com acordo formatados com cada um dos que assinaram documentos vinculatórios. A Liga estará acima disso. Cada um que assinou que cumpra o que está documentado. E há uma terceira questão, cultural, que precisa mudar. A CBF, muitas vezes, escorou-se na justificativa de que são os clubes que a procuram, quando precisam de dinheiro ou de apoio. Isto sempre criou uma relação de dependência. Eu te dou o dinheiro, você me dá o poder. É assim em Brasília e não se esqueça quem quem controla a CBF hoje veio do centro do poder do país. No debate da nova liga, não podem estar presentes rancores do passado, nem saber se a LCP terá mais dinheiro ou se os dirigentes da CBF terão mais poder. A única coisa que importa é fazer o Campeonato Brasileiro alcançar o potencial que possui: ser o terceiro maior torneio nacional de clubes do planeta, acima da Alemanha, abaixo apenas na disputa com Inglaterra e Espanha. Continua após a publicidade A CBF parece disposta a isto. Mas precisa convencer todas as partes de que o único interesse é mesmo este. Ou seja, é preciso dissipar a nuvemzinha da Família Adams de cima do prédio da Barra da Tijuca. Em outras palavras, a CBF precisa convencer o Brasil de que pode confiar na CBF. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Cruzeiro supera pressão do Barcelona-EQU e vence na estreia da Libertadores Três apostas acertam Lotofácil e levam R$ 1,7 milhão cada; confira dezenas 'Muito mais gostoso': meu primeiro sexo lésbico foi com minha melhor amiga Trump amarelou de novo, e o mundo se acostuma um pouco mais à sua barbárie Galvão Bueno manda mensagem a Luís Roberto: 'Estarei sempre ao seu lado'