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Análise dos Times

Neymar

Principal

Motivo: O texto critica fortemente a expectativa sobre Neymar, questiona sua relevância atual e aponta sua falta de títulos importantes com a seleção.

Viés da Menção (Score: -0.8)

Motivo: A decisão de Ancelotti em não convocar Neymar é vista como 'óbvia' e 'coerente', validando sua autoridade como técnico.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Há uma percepção de carência e desespero em torno da seleção, evidenciada pela longa seca de títulos de Copa do Mundo.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

santos neymar brasil ronaldo rodrygo pele vini jr bruno guimarães ancelotti estêvão selecao romario militão

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Ancelotti faz o óbvio e convoca seleção sem Neymar Alicia Klein Colunista do UOL 16/03/2026 15h45 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti não chamou Neymar para a última data Fifa antes do fechamento da lista larga com os 55 nomes que poderão ser inscritos para o Mundial, em 11 de maio. Deveria ser óbvio. O atleta, que não atua pela seleção desde outubro de 2023, mal vem conseguindo ajudar o Santos. Mas o burburinho em torno do seu nome levou o próprio italiano a brincar na convocação: "Curiosos, hein?". Perguntado sobre as ausências por lesões, mencionou Militão, Bruno Guimarães, Estêvão e Rodrygo. Voltou a falar em buscar aqueles que estão 100% fisicamente e em conhecer o caráter dos seus comandados. Novamente, o que deveria ser o óbvio. Casagrande Lista de Ancelotti tem novidades interessantes Alicia Klein Ancelotti faz o óbvio e não convoca Neymar Thais Bilenky Michelle vitimiza Bolsonaro para inflar força eleitoral Felipe Salto Guerra no Irã e o plano de reduzir a Selic O mero debate "Neymar vai ou não à Copa do Mundo" é bizarro. Neymar não é Romário. Ronaldo. Pelé. Neymar não ganhou um Mundial, garantindo, assim, uma vaga cativa na seleção. Até porque nem Romário, Ronaldo e Pelé tiveram este direito. Neymar é, sim, o maior artilheiro da Amarelinha. Sem taças relevantes, porém. O único título importante de sua carreira é a medalha de ouro da Rio 2016. Sua geração é a do 7 a 1 em casa e de duas quartas-de-final melancólicas, perdidas para as potências Bélgica e Croácia. O que, portanto, dignifica essa discussão? Por que ficamos aqui esperando a convocação com esta como a maior dúvida? Alguns motivos me veem à mente, mas o principal é carência. Se Vini Jr. ou qualquer outro tivesse comandado uma seleção vencedora nos últimos anos, talvez Ney já tivesse sido esquecido. Se não restasse a sensação de que precisamos dele, talvez ele permanecesse no passado, junto com seu futebol. Mas estamos desesperados, com a mesma distância para 2002 que tínhamos em 1994 para 1970: 24 anos sem um Mundial. Uma geração de adultos com a idade de Neymar que não se lembra de ver um capitão nosso levantar a Copa. É bem provável que esse período se estenda para 2030. Se houver a competição nos Estados Unidos, não chegaremos como favoritos. Com ou sem Neymar. Se aceitarmos, talvez tudo doa um pouco menos. Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Alicia Klein por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Paciente reclama de demora em UPA e tem teste de HIV lido em voz alta em SP Corinthians recebe duas propostas por Pedro Raul, mas quer ouvir Dorival Ancelotti faz uma convocação coerente e com muitas novidades interessantes São Paulo troca fornecedora do Morumbis após polêmica judicial com FGoal PB: Médica francesa é morta pelo marido, que esconde e queima corpo em mala