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Análise dos Times

Botafogo

Principal

Motivo: O artigo foca na 'debacle' do Botafogo, criticando a gestão e a performance, com tom de indignação.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: O Athletico é mencionado apenas como o adversário na derrota do Botafogo, sem análise de seu desempenho.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

botafogo john textor athletico eagle football holdings michele kang

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Debacle do Botafogo: quem falta criticar Alicia Klein Colunista do UOL 30/03/2026 11h09 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Montoro, do Botafogo, lamenta, durante jogo contra o Athletico Imagem: Hedeson Alves/AGIF Ontem, contra o Athletico, o Botafogo tomou drible de vaca, gol de dentro da área, gol de cabeça, gol de cruzamento e mais: 4 a 1, em Curitiba. A derrota veio e a humilhação, também. O time está na zona de rebaixamento, com 6 pontos em 7 partidas pelo Brasileirão. A Libertadores já foi para o saco. Muito se fala sobre John Textor, o grande artífice da debacle, e o trabalho desastroso de alguns dos treinadores escolhidos a dedo por ele. Pouco, porém, se fala sobre os empresários dos jogadores que agora fazem parte de um navio que não para de afundar. Em 2025, o Botafogo era o atual campeão Brasileiro e da Libertadores. Era, também, parte de uma disputa global envolvendo negociatas altamente duvidosas. Em 30 de junho, Textor renunciou ao comando do Lyon. Sua saída fez parte de uma negociação dos outros acionistas para evitar o rebaixamento do clube francês. Michele Kang assumiu para tentar organizar as contas e apagar o legado do estadunidense. Alexandre Borges Flávio Bolsonaro provocou, e o lulismo mordeu a isca Josias de Souza Kassab parece ter perdido o 'GPS político' Daniela Lima Lula não obrigará Alckmin a sair da vaga de vice Letícia Casado Aliados de Flávio projetam STF e Lula enfraquecidos Desde então, o caos se instalou na Eagle Football Holdings e John Textor — paladino do futebol limpo — se mantém à frente do Botafogo sustentado por uma liminar da justiça brasileira. Ou seja, há quase um ano, mesmo os mais incautos poderiam ter notado que algo não ia bem. Que, em algum momento, a corda ia estourar e provavelmente sobrar para a base da pirâmide. A água começava a subir. Refém da SAF e devota incondicional, a torcida não tem para onde correr. É a mais prejudicada em tudo isso, sem sombra de dúvida. Empresários de atletas, por outro lado, poderiam ter escolhido um caminho diferente para aqueles de cuja carreira deveriam cuidar. Poderiam ter feito a lição de casa e ligado o sinal de alerta. Por que escolher um empregador que não vem conseguindo pagar suas contas, mesmo depois do ano mais vitorioso de sua história? Por que se meter nessa briga de cachorro grande (e gringo)? Por que levar um profissional para este ambiente? Trata-se de um clube imenso, claro. Mas o Titanic também era imenso e a gente sabe o que aconteceu com ele. Será que os empresários realmente não viram o iceberg? Ou acharam que dava para embolsar mais uma grana de transação antes do impacto? Pois a conta chegou. E os violinistas continuam tocando. Continua após a publicidade Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Alicia Klein por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Mauro Cezar alerta para crise da SAF do Botafogo: 'Péssimas perspectivas' Stênio Garcia expõe 'dor' e toma medida em processo contra as filhas Sem apoio do PL, Ibaneis deixa o governo do DF para disputar vaga ao Senado Técnico da Holanda alerta Memphis sobre forma física às vésperas da Copa 'Prefiro ser lembrado como vilão do que não ser lembrado', diz Cowboy