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Análise dos Times

Marrocos

Principal

Motivo: O artigo descreve a arbitragem como 'vergonhosa' e 'caseira', indicando que favoreceu Marrocos e questionando seu mérito. Há forte crítica à atuação dos juízes em detrimento de Marrocos.

Viés da Menção (Score: -0.8)

Motivo: O texto descreve lances que prejudicaram Camarões, como pênaltis não marcados e expulsões omitidas, sugerindo que a equipe foi vítima da má arbitragem.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Palavras-Chave

Entidades Principais

VAR Eyong Brasil Nigéria Camarões Marrocos Tanzânia Aguerd Copa Africana de Nações Argélia Mbeumo Beida Dahane Kofane El Khannouss

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Arbitragem vergonhosa marca passagem de Marrocos para as semifinais Julio Gomes Colunista do UOL 09/01/2026 18h50 Deixe seu comentário Brahim Díaz celebra gol de Marrocos sobre Camarões em jogo da Copa Africana de Nações Imagem: Torbjorn Tande/DeFodi Images/DeFodi via Getty Images Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Marrocos fez o seu papel. Está nas semifinais da Copa Africana de Nações que organiza, uma espécie de "obrigação". Desde 2004, a seleção marroquina não chegava nesta fase e agora, com o cacife de ter sido a única africana a bater semifinal de Copa, com título mundial sub-20, com estrelas do futebol europeu no elenco, não poderia deixar passar a oportunidade. O problema é que está difícil avaliar o quanto disso é mérito de Marrocos e o quanto é influência de arbitragens caseiras e que beiram o surrealismo em tempos de VAR. Nas quartas de final, contra Camarões, nesta sexta, a vitória estava sendo construída com tranquilidade. Mesmo sem seu "motorzinho", Ounahi, lesionado, Marrocos fez a melhor meia hora no torneio até agora. Hakimi e Brahim Díaz encontraram o espaço pela direita, o time pressionou, funcionou, fez 1 a 0 e poderia ter feito mais. Daniela Lima Pesquisa: apoio a veto da dosimetria domina redes José Fucs Xandão, os 'isentões' e os heróis de que precisamos Sakamoto Trump dá presente a Lula no acordo UE-Mercosul Mauro Cezar Flamengo não desistiu de contratar Kaio Jorge Mas ainda no primeiro tempo começaram os erros do árbitro Beida Dahane, da Mauritânia, e do VAR, que não apareceu nenhuma vez na partida. Primeiro, um lance em que Aguerd, do Marrocos, vai com o cotovelo no rosto do jovem Kofane, de Camarões. Não era uma disputa pelo alto, era um lance em velocidade em que Aguerd faz o gatilho e vai intencionalmente no rosto do adversário, um vermelho direto fácil de ser mostrado - nem amarelo tomou. No segundo tempo, Camarões voltou melhor e Marrocos adotou uma postura que já deu certo outras vezes, mas que não me parecia ser a indicada para a partida. Recuou completamente, passou de 56% de posse de bola no primeiro tempo para 26% no segundo. Entregou a bola para o adversário, fechou as linhas e ficou à espera de um contra ataque. Neste cenário, o volante El Khannouss precisou correr atrás dos portadores da bola e logo levou amarelo, aos 5min. Depois, fez mais duas faltas para amarelo, a segunda delas incrivelmente acintosa, agarrando o camaronês pela cintura e parando contra ataque. Não veio a expulsão, e ele foi substituído um minuto depois, aos 23min. Além das duas expulsões omitidas pelo árbitro, houve um pênalti claro sobre Mbeumo e outro sobre Eyong, este lance já com 2 a 0 no placar. Curiosamente, os camaroneses não reclamaram tanto das jogadas como deveriam, assistiram passivamente ao que está acontecendo. O VAR resolveu não intervir em nenhuma das jogadas - poderia, exceto no caso de segundo amarelo para El Khannouss. E assim foi o jogo até o fim. Nas oitavas de final, contra a Tanzânia, Marrocos já havia flertado com o perigo e segurava um 1 a 0 magro quando a arbitragem não marcou pênalti claro para a Tanzânia, já nos acréscimos. Está difícil argumentar contra os conspiracionistas, que apontam para um torneio em que Marrocos "tem que" estar na final. Para chegar lá, com ou sem ajuda dos árbitros, terá de passar por Nigéria ou Argélia, duas seleções com 100% de aproveitamento até agora e que jogaram mais bola do que Marrocos no torneio. Menos mal para a seleção brasileira que o confronto contra Marrocos, no dia 13 de junho, não será apitado por um juiz da CAF. É um torneio maravilhoso, muito bem organizado, com transmissões, estádios, gramados e jogadores de primeira linha. Que venham arbitragens menos caseiras daqui em diante, para não manchar tudo o que foi construído até agora na 35a edição da Copa Africana. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Julio Gomes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Esposa de Ramagem diz que tirou licença por sofrer 'tortura psicológica' Como são as mansões de quase R$ 1 bilhão que Larry Page comprou em Miami Trump diz que anexará a Groenlândia 'do jeito fácil ou difícil' Vaticano negociou asilo de Maduro na Rússia antes de captura, diz jornal BBB 26 - Enquete UOL: qual participante das casas de vidro você quer ver no reality?