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Análise dos Times

Selecao Brasileira

Principal

Motivo: A análise foca na falta de protagonismo e brio da geração atual, criticando a submissão a Neymar e a ausência de disputa pela camisa 10.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: Embora seja o foco da polêmica, o jogador é criticado pela forma como sua posição na seleção é garantida e pelo desperdício de potencial.

Viés da Menção (Score: -0.6)

Palavras-Chave

Entidades Principais

neymar matheus cunha selecao brasileira raphinha vinicius jr pelé ancelotti carleto

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Camisa 10: a submissão da seleção a Neymar Alicia Klein Colunista do UOL 26/05/2026 11h54 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Neymar em ação com a camisa da seleção brasileira em 2023 Imagem: Pedro Vilela/Getty Images Neymar mal voltou a seleção e já ganhou a camisa 10. Não de Ancelotti, mas dos companheiros. Segundo apuraram meus colegas do UOL, Vini, Raphinha e Matheus Cunha não apresentam qualquer intenção de lutar pela icônica Amarelinha. Ela é do Ney por direito. Em se confirmando a escolha, o Príncipe santista igualará a marca do Rei, jogando quatro Copas com a camisa 10. Pelé, como se sabe, venceu três das que disputou. Neymar, como se sabe, tem como maior título pela seleção principal uma Copa das Confederações. A redenção da camisa 10 ao artilheiro, que há 4 anos não joga em alto nível e mesmo assim garantiu sua vaga na equipe de Carleto, diz menos sobre ele e mais sobre aqueles que deveriam ser os expoentes da atual geração. Sakamoto Castro segue roteiro de Vorcaro e assombra Flávio Wálter Maierovitch Mendonça é ministro gangorra no caso Master Alicia Klein Camisa 10 e a submissão da seleção a Neymar Carla Araújo Para Gilmar, caso Master não impacta Gilmarpalooza Se houvesse um grande destaque, um craque que tivesse batido no peito, botado a bola no chão e assumido o protagonismo, é possível que Neymar estivesse sendo considerado pelo que é: um craque do passado. Como ninguém do presente apareceu, seu nome permaneceu vivo, sustentado por um sentimento que talvez se assemelhe mais ao desespero do que à esperança. Não surpreende que atletas que eram crianças quando Neymar viveu seu auge e o tenham como ídolo de videogame desde essa época, curvem-se a ele com tamanha subserviência. Mas não anima ver a rapidez com que aqueles que deveriam ser nosso presente fogem da responsabilidade e dos holofotes, confortáveis no papel de coadjuvantes. O que dizer de uma seleção que prefere se esconder atrás da grandeza de alguém que desperdiçou tanto potencial do que assumir a responsabilidade de construir um futuro sem ele? Não é só futebol que falta a essa geração. E brio não é algo que se treine, infelizmente. Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Alicia Klein por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Iogurte natural ou grego? Entenda qual pesa mais na dieta Advogado deixa defesa de Jairo após colega infartar: 'Irresponsabilidade' SOMP: por que a síndrome dos ovários policísticos precisou mudar de nome? 'Milagre divino', diz pai de mulher encontrada viva no mar de Ilhabela Truque simples com papel-alumínio protege móveis e viraliza nas redes