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No Seleção Sportv, Rizek comenta sobre a contratação de um treinador para o Botafogo Em meio a divergências com o clube social, John Textor, dono da SAF do Botafogo , falou mais uma vez sobre a necessidade de aprovação da segunda parcela do empréstimo acordado em fevereiro e cobrou o associativo. Para o dinheiro entrar, o presidente João Paulo Magalhães precisa assinar o documento. +Sem Danilo, Botafogo tem carência de gols e indefinição no ataque No empréstimo há uma cláusula que prevê a conversão da dívida com os novos investidores, GDA Luma Capital e Hutton Capital, em participação societária na SAF. À época da primeira parcela do aporte, João Paulo não assinou o documento, mas Textor conseguiu receber os US$ 25 milhões mesmo assim - na prática, apenas nos moldes da contração de uma dívida, sem a previsão de participação acionária. 1 de 1
João Paulo Magalhães Lins e John Textor, presidente e dono da SAF do Botafogo, respectivamente — Foto: Bárbara Mendonça/ge João Paulo Magalhães Lins e John Textor, presidente e dono da SAF do Botafogo, respectivamente — Foto: Bárbara Mendonça/ge Pessoas que participaram da operação relatam que o americano garantiu aos investidores que o documento seria assinado em breve. No entanto, mais de um mês depois da entrada deste aporte, o presidente do Botafogo associativo manteve a postura e, segundo o ge apurou, não há previsão de assinatura. Desta vez, os investidores não liberaram a segunda parcela do empréstimo. Outro ponto que gera um entrave nessa liberação da segunda parcela do empréstimo é que há um receio por parte dos novos investidores — GDA Luma Capital e Hutton Capital — em gerar atrito com a Ares, visto que têm relações em outros negócios ao redor do mundo. Em resposta à ESPN, nesta terça-feira, Textor citou a SAF do Vasco, em que o clube social conseguiu na Justiça tirar a 777 e retomar o poder, e cobrou a assinatura do documento para receber o empréstimo. O americano relembrou também o veto da Justiça para venda de jogadores. Em janeiro, ele negociou a ida de Danilo e Montoro para o Forest . - Isto não é o Vasco. Não há quebra de acordo. O dinheiro entra e sai o tempo todo, no curso normal da gestão de um clube de futebol, e nossa empresa tem o direito de tomar decisões de gestão de caixa que funcionaram bem o suficiente para nos levar a conquistar dois campeonatos. Além disso, nosso comunicado público anterior deixa claro que aportamos mais recursos do que jamais foi exigido pelo nosso acordo de SAF, e isso foi feito antes do prazo. Como estamos em total conformidade com o nosso acordo, e nunca fomos notificados pelo clube social sobre suas alegações de descumprimento, não esperamos nenhuma ação por parte do clube social e esperamos que eles retornem a um papel de acionista apoiador. - Enquanto isso, certos membros do clube social continuam a nos criticar na imprensa por não termos dinheiro suficiente, mas seguem se recusando a assinar documentos que nos permitiriam trazer financiamento saudável. Mais grave ainda, eles claramente recorreram à Justiça para bloquear receitas de transferências que estavam por entrar, mesmo que esses acordos tenham sido estruturados para manter os jogadores conosco por um período prolongado. Como podem bloquear 34 milhões em receitas e depois reclamar que não temos dinheiro suficiente? Acredito, sim, que temos muitos apoiadores dentro do clube social, apesar do que certos líderes sugerem. Por isso, tentarei esclarecer a situação para o restante do clube social nos próximos dias e semanas. Tenho certeza de que essas grandes reuniões do conselho começarão a mudar suas opiniões assim que tiverem informações melhores. Eles dizem que vão esperar 30 dias… Para quê? Por que esperar? Eles deveriam assinar os documentos de que precisamos para trazer capital. Neste momento, o clube social faz parte do problema. Eles deveriam fazer parte da solução - disse Textor. + ✅Clique aqui para seguir o canal ge Botafogo no WhatsApp Na semana passada, o presidente do clube associativo, João Paulo Magalhães, respondeu a um torcedor do Botafogo, por meio de uma mensagem privada no Instagram. O torcedor cobrou o associativo para autorizar a segunda parcela do empréstimo negociado por Textor em fevereiro. — Amigo, você não está sabendo de todos os fatos. Os botafoguenses aqui somos nós! Não os gringos que querem tomar tudo do Botafogo. Temos que nos proteger. Você não tem ideia do que fizeram com o Botafogo - e continuou rebatendo as críticas ao associativo: — Eu não concordo! Primeiro que o social e o Botafogo são um só! Você virou Botafogo talvez por causa da gestão que você chama de social! O que você chama social ganhou muitos títulos ao longo de quase 100 anos! Se ‘nós’, como você se refere, ainda não falamos de forma oficial, algum motivo tem! Principalmente preservar o Botafogo, que passa por um momento muito desafiador. Mas eu não quero ficar em discussão com você. Pois você é um botafoguense assim como eu, e NÓS estamos sofrendo e agoniados com o que a gestão dos gringos fez com a SAF e a que pé a SAF está! Lembra que, se eles forem embora, nós é que vamos sofrer, pois nenhum deles NEM MORA NO BRASIL! Temos é que buscar uma solução para a continuação do Botafogo de uma forma SEGURA! Vamos unir as nossas forças para salvar a SAF. Isso que temos que fazer, é isso que estamos aqui buscando - finalizou. 🗞️ Leia mais notícias do Botafogo 🎧 Ouça o podcast ge Botafogo 🎧 Assista: tudo sobre o Botafogo no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos