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Análise dos Times

Motivo: A Ferroviária é criticada por não expor o nome do maqueiro, mas elogiada por demiti-lo rapidamente e pela nota de repúdio.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: O time é elogiado pela classificação à final e pela campanha, e a jogadora é destacada pela coragem.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Ferroviária Milly Lacombe CBF São Paulo Futebol Clube Jair Modesto Palombo Sarah Aysha

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Quem é o maqueiro acusado de chamar jogadora do sub 20 de biscate Milly Lacombe Colunista do UOL 21/05/2026 11h23 Deixe seu comentário Árbitra aciona protocolo antirracista em Ferroviária x São Paulo, pelo Brasileirão Feminino Sub-20 Imagem: Reprodução/Sportv Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O futebol feminino luta para se organizar de forma inédita no Brasil. A CBF olha para a base e começa a estruturar o futebol de meninas e jovens como até hoje ainda não havia sido feito. Clubes como a Ferroviária, um dos fundadores do futebol feminino no Brasil, organizam suas bases a partir do sub 14 e investem em centros de treinamento exclusivos para mulheres. Temos caminhado de forma sólida e isso é bom. Por outro lado, o machismo e a misoginia se agigantam diante de tantas conquistas. O episódio recente do maqueiro acusado de mandar a atleta do São Paulo, de apenas 20 anos, tomar no cu antes de chamá-la de biscate foi noticiado com destaque. O maqueiro estava trabalhando para a Ferroviária no jogo Ferroviária x São Paulo quando, ao retirar a atleta Sarah Aysha, foi acusado de misoginia pela jovem jogadora que, entre lágrimas, teve forças para avisar a arbitragem da partida. A Ferroviária agiu rapidamente e, horas depois, comunicou o desligamento do profissional com a seguinte nota: Letícia Casado Gestão de Rogério Marinho agrava crise de Flávio Alexandre Borges Flávio desaba em pesquisa; procuram-se paraquedas Milly Lacombe Palmeiras sob vaias é justo? Gustavo Miller O desespero do Instagram para você postar mais "As Guerreiras Grenás vêm a público manifestar repúdio à atitude ocorrida ao final da partida da categoria Sub-20, quando um integrante da equipe de apoio proferiu ofensas contra uma atleta do São Paulo Futebol Clube. O comportamento registrado é inadmissível, não representa os valores da instituição e contraria tudo aquilo que defendemos dentro e fora de campo: respeito, responsabilidade, ética, formação humana e valorização das mulheres no esporte. Pedimos desculpas à atleta ofendida, ao São Paulo Futebol Clube, à sua comissão técnica, ao elenco e a todos que se sentiram atingidos pela situação. Nenhuma circunstância justifica agressões verbais, especialmente em um ambiente que deve promover convivência, educação e respeito entre atletas, profissionais e equipes. A instituição informa que a conduta será apurada internamente e que as medidas cabíveis serão adotadas. Reforçamos, ainda, nosso compromisso permanente com a construção de um futebol feminino cada vez mais seguro, respeitoso e digno para todas as pessoas envolvidas. As Guerreiras Grenás também parabenizam o São Paulo Futebol Clube pela classificação à final do Campeonato Brasileiro Sub-20, reconhecendo a campanha realizada pela equipe e desejando uma decisão à altura da grandeza da competição. Reafirmamos que atitudes ofensivas, discriminatórias ou desrespeitosas não serão toleradas em nosso ambiente." Continua após a publicidade A nota vai ao ponto mas, ao lê-la, senti falta de ver o nome do maqueiro. Mandei então uma mensagem para Rafael Zocco, responsável pela assessoria de imprensa do futebol feminino da Ferroviária, parabenizando pelo desligamento do profissional envolvido no episódio e solicitando o nome dele. A resposta: "A súmula é um documento público e o nome dele está na súmula, assim como de todos que trabalharam na partida". Ok então. Obrigada pela ajuda. Vamos à súmula. Encontrei o nome na súmula e confirmei com a jornalista Amanda Porfírio, fundadora do site Fut das Minas, canal essencial para falar de futebol feminino no Brasil e no mundo. Expor apenas o nome da jovem e corajosa atleta sem revelar o do acusado de um crime tão baixo não vai nos ajudar a sair desse lugar. O nome do maqueiro acusado de chamar uma jovem atleta de biscate é Jair Modesto Palombo. Que o episódio seja investigado e que o maqueiro seja responsabilizado socialmente e não apenas com a perda de um trabalho esporádico. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora TSE torna candidatos em SP inelegíveis por usar igreja para se promover Corinthians sofre novo transfer ban por negócio com José Martínez 'Não posso responder', diz Alcolumbre em meio a pressão por CPI do Master Investigação contra Deolane começou após troca de bilhete em presídio de SP Francês baleado foi alvo de emboscada de influenciadora no CE, diz polícia