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Análise dos Times

Corinthians

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Motivo: Cobertura informativa e neutra do processo eleitoral do clube, sem elogios ou críticas ao time.

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Corinthians Osmar Stabile Augusto Melo Romeu Tuma Júnior Conselho Deliberativo Comissão Eleitoral Sérgio Janikian

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Futebol O que Osmar Stabile precisa para concorrer a reeleição no Corinthians Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo (SP) 01/10/2026 05h30 Deixe seu comentário Presidente do Corinthians, Osmar Stabile cogita concorrer à reeleição Imagem: Joisel Amaral/AGIF A possibilidade de Osmar Stabile concorrer à reeleição no Corinthians segue em aberto — mesmo com a abertura do registro das candidaturas a partir desta quinta-feira (1º). As inscrições começam às 9h (de Brasília) desta quinta-feira e terminam às 17h (de Brasília) do dia 15 de outubro. O que Stabile precisa fazer Os candidatos à Diretoria Executiva terão de apresentar um projeto de administração para o Corinthians , além dos documentos exigidos. A definição dependerá da inscrição da candidatura e de uma possível contestação durante o processo eleitoral. Tatiana Farah A última cartada de Lula contra Flávio Sakamoto Post de Nikolas sobre Lula é campanha suja Josias de Souza Flávio ensaia perguntas para o púlpito vazio de Lula Matheus Pichonelli Candidatos nanicos adotam discurso de time rebaixado Segundo Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo, qualquer associado, seja candidato ou não, terá 24 horas para contestar uma candidatura. Depois do fim das inscrições e da conferência dos documentos, a Comissão Eleitoral divulgará a lista de candidatos. Qualquer sócio, candidato ou não, pode impugnar. Acabado o período de inscrição, a gente anuncia os nomes e o sócio tem 24 horas para impugnar. Tuma em encontro com jornalistas na quarta-feira (30). O edital da eleição não diz se Stabile pode ou não concorrer. O documento deixa a análise de cada candidatura para a Comissão Eleitoral. A dúvida sobre Stabile está ligada à regra que permite a candidatura de quem assume a presidência após a saída do titular e fica menos de 18 meses no cargo. A discussão é sobre quando esse período começa a contar: na posse provisória, após o afastamento de Augusto Melo, em 26 de maio de 2025, ou na eleição indireta realizada depois pelo Conselho Deliberativo, em 25 de agosto do mesmo ano. A Comissão Eleitoral não vai antecipar uma decisão sobre o caso. A questão só será analisada oficialmente se Stabile registrar a chapa e algum associado contestar sua candidatura. Conselho dará decisão final dentro do clube Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians Imagem: Lívia Camillo/UOL Continua após a publicidade A Comissão Eleitoral fará a primeira análise, mas o Conselho Deliberativo terá a palavra final. O edital determina que o órgão deve decidir, após receber o parecer da comissão, quando houver situações não previstas ou conflitos entre o estatuto, as regras eleitorais e os comunicados do clube. Tuma preside o órgão que tomará a decisão, mas não antecipou se considera Stabile ou qualquer outro pré-candidato apto a disputar a eleição. Segundo ele, uma contestação pode apresentar argumentos ou regras que ainda não foram analisados. O associado pode trazer elementos nos quais você não pensou. Pode apresentar uma legislação que a gente não esteja observando. Você precisa esperar para fundamentar a decisão. Romeu Tuma Júnior Tuma também aconselharia Stabile a deixar a presidência antes de registrar a candidatura. Isso não acabaria automaticamente com a discussão sobre os 18 meses, mas reduziria questionamentos sobre o uso da estrutura do clube durante a campanha. Se o Osmar me perguntasse o que eu aconselharia, eu falaria: afaste-se do cargo e faça essa campanha antes de se inscrever. Tuma Reforma poderia ter definido caso A situação de Stabile poderia estar definida se a Assembleia Geral tivesse votado a reforma do estatuto. O Conselho aprovou em maio uma mudança que permitiria ao atual presidente concorrer, mas o texto ainda precisava ser aprovado pelos associados. Continua após a publicidade A assembleia estava marcada para 19 de setembro, mas foi suspensa pela Justiça. Sem a mudança, a eleição seguirá as regras atuais do estatuto, do Regimento Eleitoral Interno e dos comunicados dos poderes do clube. Mesmo após a decisão dentro do Corinthians, o caso poderá chegar à Justiça comum. Stabile poderá recorrer se tiver a candidatura rejeitada. Da mesma forma, quem contestar uma candidatura poderá recorrer à Justiça caso ela seja aceita. Contestação pode envolver outros candidatos Pré-candidato à presidência do Corinthians, Sergio Janikian foi diretor de futebol do Corinthians em 2015 Imagem: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians A possibilidade de contestação também envolve outros candidatos. Sérgio Janikian, um dos pré-candidatos à presidência, poderá ter sua candidatura questionada por causa de uma condenação em segunda instância por crime tributário em Santa Catarina. A defesa de Janikian tenta anular o julgamento. A alegação é de que não foi avisada sobre a possibilidade de fazer uma defesa oral no tribunal. Como o caso ainda pode ser levado a outras instâncias e não houve uma decisão definitiva, a Comissão Eleitoral e, se necessário, o Conselho vão avaliar se a condenação interfere na candidatura, caso ela seja registrada e contestada. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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