O artigo critica a FIFA por priorizar o lucro em detrimento da saúde dos jogadores de futebol. O autor argumenta que o calendário excessivo de jogos leva a lesões graves, como as de Estêvão e Yamal, mas a entidade não se preocupa com os atletas, apenas com o dinheiro arrecadado com patrocínios. A matéria também menciona casos de exclusão de países e a influência de figuras políticas no esporte.