Ontem o São Paulo ficou mais perto das manchetes da Justiça do que dos holofotes do Morumbis: a quebra de sigilo bancário e fiscal de Julio Casares e de mais quatro investigados mira um suposto desvio de camarote no Morumbis [fonte 1] fonte 1.
Os alvos da ação, segundo a reportagem do ge, são Julio Casares (ex-presidente), Mara Casares (ex-esposa e diretora feminina, cultural e de eventos), Douglas Schwartzmann (ex-diretor de futebol de base), Marcio Carlomagno (ex-superintendente geral) e Rita de Cassia Adriana Prado (intermediária). A investigação, conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, baseou-se em materiais apreendidos, depoimentos de testemunhas e informações sobre a distribuição de ingressos para shows, fornecidas pelo São Paulo [fonte 1] fonte 1.
Horas depois da divulgação do áudio, Mara e Douglas renunciaram às diretorias que ocupavam; no início deste ano, com impeachment e renúncia de Julio Casares, Marcio Carlomagno foi demitido. A Justiça criminal avança na apuração da exploração clandestina de camarote no Morumbis, e a investigação já aponta que o espaço era explorado irregularmente pelo menos desde 2023, com a participação de várias testemunhas e a coleta de provas pela Força-Tarefa [fonte 1] fonte 1.
Entre o drama institucional e o clamor da torcida, fica o registro de que o caso envolve nomes que moldam a gestão do São Paulo e acende, mais uma vez, o debate sobre governança, transparência e o preço do poder no futebol brasileiro, tudo contado pela reportagem do ge em parceria com a Globo e o SPORTV [fonte 1] fonte 1.
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