O dia do São Paulo começou com a confirmação de que Fernando Chapecó foi o primeiro a entregar o cargo. Horas depois, após a goleada de 6 a 0 para o Fluminense, Carlos Belmonte comunicou a saída da diretoria de futebol em uma mensagem de WhatsApp, em meio a uma conversa entre Julio Casares, Marcio Carlomagno e demais diretores no grupo (com o tom de quem fecha um ciclo) [fonte 1] fonte 1].
Belmonte enviou uma mensagem longa agradecendo a Casares e aos colegas, e desejando boa sorte ao clube. Nelson Ferreira também deixou o São Paulo nessa rearrumação, segundo apuração da reportagem [fonte 1] fonte 1.
Apesar de não terem se visto pessoalmente, Belmonte e Casares tiveram uma ligação poucos minutos depois da mensagem, sinalizando a transição sem encontro no CT da Barra Funda (Barra Funda, o centro de treinamento citado) [fonte 1] fonte 1.
Com a saída selada, Belmonte tomou café da manhã no CT da Barra Funda com Marcio Carlomagno, descrito como uma passagem de bastão. Carlomagno atuará como líder da gestão de Casares e terá a palavra final em temas importantes, incluindo financeiros, além de planejar 2026 e observar atletas para a próxima janela de transferências [fonte 1] fonte 1.
Despedidas também tomaram o dia: jogadores estiveram no CT para treino regenerativo e se encontraram com Belmonte, que permaneceu no local até o fim da tarde. Ele teve uma última conversa com Muricy Ramalho e Rui Costa, que seguem liderando o futebol de forma compartilhada nesta etapa de transição [fonte 1] fonte 1.
Ao final, o dia abriu espaço para rumores: a possibilidade de Belmonte se aproximar da oposição para a presidência do ano que vem também ganhou espaço, completando o retrato de uma fase de reconfiguração no clube [fonte 1] fonte 1.
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