Ontem, o Corinthians acordou com uma notícia que não é de jogo, mas que mexe com o cotidiano do clube: Armando Mendonça, vice-presidente, virou réu por desvio de materiais esportivos da Nike. A denúncia, aceita pela juíza Amanda Eiko Sato na 25ª Vara Criminal da capital, aponta o desvio de 131 itens da Nike, entre camisas, casacos, tênis, shorts, malas e uma mochila do clube, remanescentes de uma partida de futebol americano realizada na Neo Química Arena em agosto de 2025 [fonte 1].
A auditoria interna encomendada pela presidência revelou fluxo irregular de mercadorias, apontando que Mendonça tinha acesso livre aos almoxarifados do Parque São Jorge e do CT, o que alimenta a parceria de acusações entre auditoria e Ministério Público [fonte 1].
A defesa de Mendonça sustenta que a acusação é injusta, infundada e baseada em premissas erradas, afirmando que o relatório interno não concluiu pela existência de desvio ou apropriação de bens do clube [fonte 1].
Em posição institucional, o Sport Club Corinthians Paulista reiterou que repudia acusações infundadas e que confia no devido processo, deixando claro que o documento interno utilizado como base para a denúncia não concluiu pela existência de desvio. O dia acabou com a torcida acompanhando de perto o desenrolar jurídico, sem que haja uma conclusão definitiva até o momento [fonte 1].
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