A atleta queniana Peres Jepchirchir, campeã mundial de maratona e campeã olímpica em 2021, foi suspensa provisoriamente após exames detectarem vestígios de EPO. O controle antidoping foi realizado antes da Maratona de Sydney, prova que ela venceu em agosto. O caso se soma ao cenário de aumento de punições por doping no Quênia, com mais de 140 atletas suspensos desde 2017.
A Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) anunciou que os tenistas perderão, a partir de janeiro de 2027, a isenção que os dispensava de indicar sua localização para testes antidoping durante torneios. As mudanças seguem alterações no Código Mundial Antidoping, que passará a exigir uma janela diária de 60 minutos para testes dos atletas incluídos no Grupo de Testes Registrados. A ITIA também reduzirá o RTP, transferindo cerca de 80% dos jogadores para um grupo de testes ampliado sem essa exigência.
O São Paulo decidiu não relacionar o meia Cauly nos últimos jogos por risco de doping, após o jogador realizar tratamento de afecção nasal fora do clube com medicamento que contém substância proibida pela Wada. O clube busca esclarecimentos junto à Comissão de Controle de Dopagem da CBF e a tendência é que o atleta também fique fora do jogo contra o Vasco.
O Palmeiras comunicou que o lateral-esquerdo Jefté testou positivo em exame antidoping para furosemida, medicamento diurético proibido pela Wada por também funcionar como agente mascarante. O jogador foi afastado voluntariamente do elenco enquanto o caso é analisado pelo Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem. Tanto o clube quanto o atleta se pronunciaram afirmando que o uso do medicamento ocorreu de forma involuntária e refutando responsabilidade.
A Agência Mundial Antidoping (WADA) se comprometeu a investigar denúncias sobre o uso de injeções de ácido hialurônico no pênis por atletas de salto de esqui. A substância seria utilizada para aumentar a área de superfície dos trajes, supostamente conferindo vantagem aerodinâmica. A alegação surgiu em jornais alemães e está sendo tratada com seriedade pela entidade.
O Quênia lidera o ranking mundial de suspensões por doping no atletismo, com 140 atletas impedidos de competir. O número de casos no país africano aumentou progressivamente, apesar de esforços e investimentos em programas antidoping.