O colunista compara a coragem de Jorge Jesus, que deixou Cristiano Ronaldo no banco e o viu abandonar a concentração da seleção portuguesa, com a postura de Carlo Ancelotti, que teria cedido à pressão da CBF e patrocinadores para convocar Neymar. O texto narra a crise entre Jesus e Ronaldo na véspera do jogo contra a Dinamarca e defende que o veterano atacante já não tem nível para ser titular. O autor conclui que, após 23 anos, chegou ao fim o ciclo de Ronaldo com Portugal.