Ralf Schumacher, ex-piloto de Fórmula 1, viveu um susto quando um pneu dianteiro do avião em que viajava estourou durante a aceleração para a decolagem no aeroporto de Frankfurt. O voo da Lufthansa com destino a Salzburgo, na Áustria, foi abortado e a tripulação acionou o protocolo de emergência, com o ex-piloto elogiando a condução da situação. Após cerca de 30 minutos parado na pista, Schumacher embarcou em outra aeronave e perdeu o jantar por causa do atraso.
O artigo relembrA o Grande Prêmio dos Estados Unidos de Fórmula 1 de 2005, em Indianápolis, quando apenas seis carros largaram devido à crise dos pneus da Michelin. Após o forte acidente de Ralf Schumacher nos treinos livres, a Michelin identificou riscos de segurança e, sem solução aprovada pela FIA, as sete equipes com seus pneus se retiraram da prova. Ferrari, Jordan e Minardi, equipadas com pneus Bridgestone, disputaram a corrida, gerando uma das cenas mais controversas da história da categoria.
A Williams entrou com uma ação judicial no Tribunal Superior de Londres após o desaparecimento de um carro histórico de Fórmula 1, o FW23, usado por Ralf Schumacher e Juan Pablo Montoya em 2001. A equipe busca a devolução do veículo ou indenização superior a um milhão de libras, acusando o ex-diretor da oficina Autotech Performance, Peter Thorpe, de retirar o carro durante a liquidação da empresa. Thorpe nega as acusações e questiona o valor atribuído ao monoposto.
Um carro FW23 da Williams, pilotado por Ralf Schumacher e Juan Pablo Montoya na temporada 2001 da Fórmula 1, desapareceu misteriosamente e virou alvo de uma batalha judicial de 1 milhão de libras na Inglaterra. A escuderia processa Peter Thorpe, ex-proprietário da Autotech Performance, que alega não saber o paradeiro do veículo após sofrer um AVC em 2018.