Ana Christina, mãe do atacante Paulinho do Palmeiras, usou as redes sociais para denunciar ataques, intolerância religiosa e comemorações pela lesão do filho após a partida contra o Fluminense pela Libertadores. Ela criticou o preconceito, refletiu sobre o papel de lideranças influentes na legitimação de comportamentos discriminatórios e se apresentou como mulher negra com fé e convicções próprias.
Em entrevista ao UOL, o meia Rodrigo Nestor revela como está sua vida no Bahia após deixar o São Paulo há duas temporadas. Ele relata episódios de intolerância religiosa por seguir uma religião de matriz africana, além de ameaças sofridas pela mãe e da importância do acompanhamento psicológico para atletas. Nestor ainda conta que Rogério Ceni não precisou convencê-lo a ir para o clube baiano e diz confiar no projeto do Bahia para conquistar títulos.