O colunista Mauro Cezar Pereira reflete sobre a questão do tempo útil no futebol, argumentando que o excesso de faltas marcadas por árbitros não é o único vilão. Ele apresenta dados que demonstram que a relação entre menos faltas e mais bola rolando é tênue, sugerindo que outros fatores estruturais e rituais do jogo são responsáveis pela fragmentação.