A seleção inglesa de futebol terá um esquema de segurança sem precedentes na Copa do Mundo de 2026, com proteção contra snipers, drones e espionagem. O hotel e o centro de treinamento serão transformados em verdadeiras fortalezas para garantir a segurança dos jogadores e comissão técnica.
Os Estados Unidos implementarão uma proibição de voos de drones nos arredores dos estádios e Fan Fests da Copa do Mundo de 2026. A restrição abrange um raio de 4,8 km dos estádios e 1,8 km das Fan Fests, com o objetivo de garantir a segurança do espaço aéreo durante o evento.
Ataques de drones ucranianos na Rússia causaram o cancelamento e atraso de voos, impactando a apresentação de Douglas Santos e Luiz Henrique à seleção brasileira. Os jogadores, que atuam no Zenit, tiveram sua chegada aos Estados Unidos adiada para o dia seguinte, prejudicando a preparação para os amistosos contra França e Croácia.
Os Estados Unidos investirão US$ 115 milhões (R$ 618 milhões) em tecnologias de defesa contra drones para garantir a segurança durante a Copa do Mundo da Fifa e as comemorações do 250º aniversário do país. O Departamento de Segurança Interna (DHS) busca reforçar a proteção aérea diante da crescente preocupação com ataques de drones, demonstrada pela guerra na Ucrânia. Empresas de defesa desenvolvem diversas soluções, como lasers e metralhadoras autônomas, para combater essa ameaça.