Relatório da FIFPRO revela que quase metade das jogadoras de futebol considera encerrar a carreira precocemente, principalmente por pressões financeiras e problemas de saúde mental. O estudo aponta disparidades entre o rápido crescimento comercial do futebol feminino e as condições precárias de trabalho da maioria das atletas, incluindo salários baixos, falta de contratos e ausência de apoio psicológico. A FIFPRO defende padrões mínimos obrigatórios nos contratos nacionais e cita a NWSL como exemplo positivo.