O Vasco obteve a liberação do governo do Rio de Janeiro e dos órgãos de segurança para ampliar a capacidade de São Januário para 24.155 pessoas no jogo contra o Palmeiras, em 8 de novembro, pela semifinal da Copa do Brasil. A autorização para o setor visitante, com 2 mil ingressos para a torcida alviverde, é excepcional e válida apenas para este confronto. O processo envolveu aval do Corpo de Bombeiros, do Bepe e da Secretaria de Estado de Polícia Militar.
O Bepe (Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios) vetou a realização do clássico Vasco x Flamengo em São Januário, alegando restrições de segurança documentadas em laudo técnico. O jogo do Campeonato Brasileiro será disputado no estádio Nilton Santos, com capacidade dividida igualmente entre as duas torcidas. O Maracanã era a primeira opção do órgão de segurança, seguido do Nilton Santos como alternativa viável.
A PM do Rio, por meio do Bepe, considera São Januário inadequado para a semifinal da Copa Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors, apontando o Maracanã como palco ideal. O Procurador-Geral de Justiça enviou ofício ao governador pedindo intervenção para a cessão do Maracanã, enquanto o Vasco mantém disputa jurídica. Como plano C, o clube avalia o Nilton Santos, do Botafogo, caso não consiga o Maracanã nem a liberação do seu estádio.
Por Diego Monroig, Jessica Dias e Rafael Marques em 2026-09-29
O Vasco prepara um protocolo especial para mandar o jogo de volta da semifinal da Sul-Americana contra o Boca Juniors, no dia 20 de outubro, em São Januário, e apresentará o plano nesta quarta-feira à FERJ e ao BEPE. O clube chegou a oferecer 2,7 mil lugares aos argentinos, que exigiram os 4 mil mínimos previstos pela Conmebol. Sem a liberação do Maracanã pelo consórcio Flamengo-Fluminense, o Nilton Santos aparece como alternativa, mas desagrada ao Boca pelo gramado sintético.