O artigo apresenta um panorama da corrida olímpica do judô rumo aos Jogos de Los Angeles 2028, explicando o formato e o período de classificação, o sistema de vagas por ranking mundial, cotas continentais, país-sede e equipes mistas, além do local e do calendário das disputas. O texto também destaca a tradição do Brasil na modalidade, maior fonte de medalhas olímpicas do país, citando nomes como Mayra Aguiar e Beatriz Souza.
A seleção brasileira de judô foi eliminada precocemente na disputa por equipes do Mundial de Baku, perdendo para a China por 4 a 3 na luta de desempate. Com o resultado, o Brasil fechou o Mundial sem medalhas pela segunda vez nos últimos dez anos. A campeã olímpica Beatriz Souza deixou o dojô lesionada na perna após ser imobilizada na luta decisiva.
A judoca brasileira Beatriz Souza, campeã olímpica em Paris 2024, venceu o duelo contra a japonesa Akira Sone no Mundial de judô em Baku, mas caiu nas quartas de final para a israelense Raz Hershko, sua rival da final olímpica. Ela ainda disputou a repescagem, mas perdeu para a italiana Asya Tavano e terminou na sétima posição. O Brasil segue com esperança de medalha na disputa por equipes mistas.
O artigo aborda o Mundial de Judô de Baku 2026 como termômetro para o ciclo olímpico até Los Angeles 2028, destacando a ausência brasileira no peso pesado masculino após a aposentadoria de Rafael Silva, o Baby. Em entrevista à ESPN, Baby analisa as disputas internas por vagas olímpicas nas diversas categorias do judô brasileiro. O texto também cobre o desempenho dos atletas brasileiros no Mundial e a última chance de medalha com Beatriz Souza.