O Ministério Público de São Paulo abriu investigação criminal contra o Corinthians por acordos firmados na gestão de Duílio Monteiro Alves, entre 2021 e 2023. A apuração verifica se o clube reconheceu dívidas prescritas, causando prejuízo financeiro, incluindo renegociações com empresas ligadas aos empresários André Cury e Carlos Leite. O MP também apura possível gestão temerária e integra uma investigação civil sobre irregularidades na administração do clube.
Novos credores do Corinthians, a empresa Pix Star e o advogado Nelson Wilians, acionaram a Justiça alegando falta de pagamentos no âmbito do RCE, somando-se às reclamações do Nacional e de André Cury. O perito responsável por fiscalizar o regime deu prazo de 15 dias para o clube esclarecer o destino de mais de R$ 10 milhões. O descumprimento do plano de pagamentos pode levar à retomada das execuções individuais contra o clube.
O empresário André Cury obteve uma vitória judicial contra o Corinthians, conseguindo reaver R$ 800 mil de uma dívida judicial, impedindo que o valor fosse incluído na fila de credores do Regime Centralizado de Execuções (RCE). O Corinthians tentou incluir essa quantia no plano de pagamento, mas a justiça decidiu que o bloqueio anterior à aprovação do RCE permitia o pagamento direto a Cury.
O artigo destaca a atuação de André Cury, um agente de jogadores brasileiro que se consolidou como figura central em negociações recordes no futebol mundial. Sua participação é evidenciada em transferências de alto valor, tanto de compra quanto de venda, envolvendo clubes brasileiros e europeus de peso.