Artigo de opinião critica a insistência do técnico Carlo Ancelotto no esquema tático 4-2-4 na Seleção Brasileira, argumentando que a mudança para o 4-3-3 na vitória por 4 a 2 sobre a Austrália trouxe mais equilibrio ao time. O autor destaca problemas persistentes como a indefinição na meta e pede maturidade emocional aos jovens jogadores. Defende que o meio-campo reforçado é o caminho para o novo ciclo.