A coluna narra o caso do meia português Adrien Silva, que ficou quatro meses sem jogar pelo Leicester em 2017 porque o registro internacional da transferência ultrapassou o prazo da janela por apenas 14 segundos, levando a FIFA a recusar a inscrição. Após o jogador recorrer ao TAS, o tribunal negou a medida provisória de registro em novembro de 2017, e ele só foi inscrito em janeiro de 2018. O autor usa o episódio para questionar por que o tribunal autorizou Marcos Rojo a disputar a semifinal da Libertadores pelo Estudiantes.