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Análise dos Times

São Paulo

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Motivo: A matéria foca exclusivamente na política interna do São Paulo, descrevendo os esforços da oposição contra o presidente atual e as estratégias adotadas.

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São Paulo Julio Casares Conselho Deliberativo Valentim Furlan Conselho Consultivo

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Esporte Futebol Pessimista com impeachment, oposição do São Paulo aposta na pressão Do UOL, em São Paulo 07/01/2026 16h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 A oposição do São Paulo está pessimista quanto à chance de impeachment de Julio Casares e apostará na pressão pela renúncia do presidente, relata o repórter Valentim Furlan no De Primeira , do Canal UOL. Segundo Furlan, a oposição não acredita reunir os votos necessários para aprovar o afastamento de Casares em reunião do Conselho Deliberativo marcada para o dia 14, principalmente devido ao voto secreto, e vai pressionar para que o presidente renuncie ao cargo. A oposição do São Paulo tem um pessimismo pelo impeachment. Não há otimismo na oposição do São Paulo pelo impeachment. O que a oposição crê é que, como a votação vai ser fechada, ou seja, secreta e presencial, são duas, entre aspas, derrotas iniciais para a oposição porque, primeiro, vários membros opositores que não podem, que não conseguem se deslocar até Morumbi para fazer a votação. E segundo, como ela é fechada, muitas das pessoas que inicialmente poderiam ser contra o Casares por questões populares, no fim isso acaba caindo por terra e elas devem sim acabar mantendo o apoio para o presidente, mantendo o apoio à situação. Valentim Furlan Carla Araújo Planalto já vê Flávio como melhor concorrente Reinaldo Azevedo Não há chance de rever liquidação do Master Alexandre Borges Apoio e omissão com chavismo tira votos de Lula Julio Wiziack Itaipu destinará R$ 1,5 bilhão para manter tarifa Então, inicialmente, a oposição do São Paulo não tem otimismo pelo impeachment do Casares. O que eles têm me falado é que temos otimismo, sim, pelo andamento de um possível pudir de renúncia. Então a gente acha que estamos no caminho certo para forçá-lo a pedir uma renúncia. Mas impeachment, a oposição de São Paulo hoje, dia 7 de janeiro, não crê que seja algo muito possível. Pelo contrário, a avaliação é que o Casares deve seguir depois da votação com o presidente de São Paulo, a não ser que algo muito distópico aconteça nos próximos dias. Hoje o cenário geral é esse. Valentim Furlan Após reunião do Conselho Consultivo e anúncio de votação no Conselho Deliberativo, o cenário político do clube está dividido quanto ao afastamento de Casares. O repórter explicou como se dará o processo de análise do pedido de impeachment. "Houve dois momentos ontem. Então primeiro houve a reunião do Conselho Consultivo que basicamente é composto por algumas pessoas da mais alta patente política do São Paulo. Então tem ex-presidente e tem pessoas muito influentes politicamente falando nesse reencontro. Ontem especificamente o que foi tratado? se o Conselho Consultivo iria recomendar ou não ao Júlio Casares um pedido de renúncia. Então não tem nada a ver com o Conselho Deliberativo, não tem nada a ver com o impeachment, só tem a ver com a decisão ou não do Júlio em se renunciar", disse Furlan "Horas depois, o presidente do Conselho de São Paulo anunciou a decisão de que sim, haverá uma votação de impeachment no próximo dia 14 de janeiro, na próxima quarta-feira, onde dois terços do Conselho poderão definir pelo andamento da destituição do Presidente. O que acontece aí? Nesse caso, se dois terços do Conselho aprovarem o pedido, o Júlio Casares seria inicialmente afastado, entraria o vice e nesse caso haveria uma Assembleia Geral com todos os sócios adimplentes do São Paulo em uma votação de maioria simples. Se a maioria simples dos sócios forem a favor da saída do Casares, aí sim ele será destituído e aí sim oficialmente o vice assumiria o posto de presidente do São Paulo. Nesse caso, o Casares já estaria afastado do cargo", acrescentou. PVC contesta post de Hulk: 'Ídolo não é profissão, centroavante é' 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Continua após a publicidade Eu acho que o Hulk não está certo, pelo menos não totalmente certo. O Fluminense ofereceu dois anos de contrato. Ele não fala que é o Fluminense. O Atlético oferece um salário maior do que o Fluminense, foi o que ele disse. Cara, ser ídolo não é ficar para sempre. O Reinaldo não ficou para sempre no Atlético. Ídolo não é profissão. Profissão é centroavante. Profissão dele é jogador de futebol. O Ademir D'Aguia não tem cargo vitalício no Palmeiras, o Zico não teve cargo vitalício no Flamengo, o Pelé não teve no Santos. Não tem como você fazer isso. PVC 'Se é para apostar, aposta na base', diz PVC sobre volante do Palmeiras 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Uma aposta o Luis Pacheco . O que se diz é assim, para se fazer uma aposta, tem um monte de aposta no time de base de Palmeiras. Tem o Riquelme, tem o Luis Pacheco, tem o Benedetti. Se é para você trazer uma aposta, você traz a aposta da base. Você não faz uma aposta de 70 milhões de reais. PVC Veja horários das lives do UOL Esporte: Lives dos clubes: Continua após a publicidade Imagem: Arte/UOL Horários dos programas: Imagem: Arte/UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Após Bolsonaro reclamar, PF diz que não pode reduzir som de ar-condicionado São Paulo recebe investida do Flamengo e faz jogo duro por Marcos Antônio CFM determina sindicância para apurar atendimento médico a Bolsonaro Mulher acumula R$ 540 mil em multas por estacionar em sua própria garagem Não há chance de rever liquidação do Master; é terror da ?FUODAP?. E agora?