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Análise dos Times

Vasco Da Gama

Principal

Motivo: Matéria reproduz extensivamente os argumentos do clube contra a concessionária, dando destaque a seus pedidos na Justiça.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Citado apenas como adversário na semifinal, sem avaliação positiva ou negativa.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado apenas como referência de igualdade de condições no pedido judicial.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Estádio citado como alternativa rejeitada nos argumentos vascaínos, mas com tom puramente informativo.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Mencionado apenas como referência de igualdade de tratamento no nome da concessionária e do pedido.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Maracanã Boca Juniors Conmebol São Januário Vasco da Gama Rio de Janeiro Nílton Santos TJ-RJ Fla-Flu Serviços S.A. Adriana Marques dos Santos Laia Franco CONMEBOL Sul-Americana Georgia Vasconcellos Marcus Vinicius de Menezes Reis ESPN

Conteúdo Original

Na manhã desta sexta-feira (2), a juíza Adriana Marques dos Santos Laia Franco , da 2ª Vara Cível do Rio de Janeiro, divulgou a decisão sobre o pedido feito na última quinta (1º) pelo Vasco da Gama para poder enfrentar o Boca Juniors no Maracanã, em duelo válido pela CONMEBOL Sul-Americana . Em documento obtido pela ESPN , a magistrada ordenou que a Fla-Flu Serviços S.A. , concessionária responsável pela arena, seja intimada com urgência para se manifestar, em até 48 horas , sobre o pedido liminar formulado pelo Cruzmaltino. No entanto, ela também determinou que, após esse prazo, o processo deverá ser suspenso por 20 dias. De acordo com a juíza, já existe uma ação popular anterior, ajuizada em 29 de setembro na 2ª Vara da Fazenda Pública do Rio pelo advogado Marcus Vinicius de Menezes Reis , que discute essencialmente o mesmo tema: a obrigação da concessionária de disponibilizar o Maracanã para Vasco x Boca. O pedido liminar dessa ação foi negado pela juíza Georgia Vasconcellos , e a questão agora está sendo analisada em um Agravo de Instrumento no TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro). A magistrada ressalta que, embora os processos tenham partes e fundamentos diferentes, existe risco de decisões contraditórias sobre a mesma questão principal: a utilização do Maracanã para essa partida. Por isso, aplica-se o art. 55, inciso 3º, do Código de Processo Civil, que busca evitar decisões conflitantes. Dessa forma, a 2ª Vara Cível entendeu que: Já existe um relator no TJ-RJ analisando a questão; Não é possível reunir os processos porque tramitam em órgãos de competência distinta; O processo deve ficar suspenso até que a questão prejudicial seja resolvida; A Justiça expediu a certificação eletrônica para informar Vasco e Fla-Flu Serviços S.A. às 11h32 (de Brasília). Na ação, à qual a ESPN teve acesso, o Cruzmaltino pediu tutela de urgência contra a Fla-Flu Serviços S.A. , concessionária do estádio, para que o empresa disponibilize o Maracanã para o jogo de 20 de outubro, sob alegação de que a equipe carioca que precisa comunicar oficialmente à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Fuebol) o local da partida até a próxima segunda-feira (5). Na petição, o Vasco diz que São Januário não pode receber o duelo da semifinal da Sul-Americana, pois tem capacidade oficial para 21,8 mil torcedores, enquanto o regulamento da Confederação Sul-Americana exige capacidade mínima de 30 mil lugares para este estágio da competição. Por isso, o clube disse que foi "obrigado" a procurar uma nova arena. Em seguida, o Cruzmaltino alega que o Maracanã é a "opção ideal", já que comporta 78,8 mil espectadores, além de ter "melhor infraestrutura, logística e segurança". O time ainda afirma que o estádio "foi apontado pela Polícia Militar como o local mais adequado para o confronto" e está "historicamente ligado aos grandes eventos esportivos do Rio de Janeiro". A equipe da Colina ainda salienta que o Nílton Santos, do Botafogo , não pode ser apontado como "equivalente", pois tem capacidade menor que a do Maracanã e possui gramado sintético. O Vasco ressalta que "disputou toda a competição em gramados naturais", e a mudança "poderia gerar desvantagem esportiva". À Justiça, o time ainda diz que vem sendo tratado "de forma desigual" pela Fla-Flu Serviços S.A. , enquanto a concessionária deveria "tratar os clubes de forma isonômica"; "não impedir o acesso de agremiações sem justificativa técnica objetiva"; e "priorizar jogos oficiais de futebol em relação a outros eventos". O Vasco também contesta as justificativas da empresa para ter negado o pedido de uso do Maracanã, afirmando que o gramado do estádio tem que ser preservado devido ao excesso de jogos. O Cruzmaltino diz que a grama "está sendo completamente substituída antes da partida" contra o Boca, apontando ainda que o "próprio cronograma de manutenção demonstra que o estádio já recebeu jogos com intervalos menores". Por isso, a equipe alega que a recusa da concessionária em ceder a arena é "inconsistente e seletiva". A petição é finalizada com os quatro pedidos do clube à Justiça: Determine imediatamente a disponibilização do Maracanã para Vasco x Boca Juniors em 20/10/2026; Garanta condições iguais às oferecidas a Flamengo e Fluminense; Autorize uso integral da carga de ingressos, mosaicos e demais estruturas de jogo; Aplique multa diária de R$ 1 milhão em caso de descumprimento; Botafogo (F) - 07/10, 20h30 (de Brasília) - Brasileirão Remo (C) - 10/10, 17h (de Brasília) - Brasileirão Boca Juniors (F) - 13/10, 21h30 (de Brasília) - CONMEBOL Sul-Americana