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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: O artigo critica a postura do Palmeiras e de seus representantes em relação às reclamações sobre a arbitragem, acusando-os de incoerência e de pedir estilos de arbitragem diferentes dependendo da situação.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Motivo: Mencionado no contexto do jogo em questão, mas o foco da crítica não recai diretamente sobre o time.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Corinthians Brasileiro Sport Palmeiras Abel Ferreira Gustavo Gómez Fortaleza Arrascaeta CBF Fifa Bruno Fuchs Vitor Roque Pedro Inter Danilo Wilton Pereira Sampaio João Martins André Hernan Fux Wesley Moraes Jorginho Miranda Suíça Raquel Landim Copa-2018 Joildo Santos TixaNews Michael França

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte É incoerente pedir arbitragem de Premier League só quando interessa Rodrigo Mattos Colunista do UOL 22/10/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Wilton Pereira Sampaio, árbitro de Flamengo x Palmeiras, jogo do Brasileirão Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF A discussão sobre a arbitragem de Flamengo e Palmeiras se estendeu para além do domingo, como tem ocorrido em outras rodadas. O principal debate é em torno do pênalti pedido pelo Alviverde de Jorginho em Gustavo Gómez. Mas houve reclamação sobre outros lances como choques de Bruno Fuchs e Pedro, que depois sofreria pênalti, e disputa em agarra agarra entre Vitor Roque e Danilo. Segundo André Hernan, da ESPN, o Palmeiras se queixou de falta em ambos os lances. O primeiro me parece um lance claro de zona cinzenta, válido marcar ou não, sem que se configure erro. Se fosse eu o árbitro, teria assinalado o penal. Mas outros lances similares como Wesley diante do Fortaleza, no Brasileiro, e Miranda, pela seleção contra a Suíça, na Copa-2018, não foram marcadas faltas na área. (A CBF reclamou na época, a Fifa reafirmou que não era falta) Raquel Landim Fux não quer mais julgar as ações de Moraes Joildo Santos Como construir o futuro do trabalho por aplicativos TixaNews Fux quer formar maioria bolsonarista? Michael França Não é sobre competência. É que você é preto Independente da opinião de cada um, a questão de fundo é que tipo de arbitragem deve-se adotar para o futebol brasileiro? O árbitro Wilton Pereira Sampaio, no domingo, adotou o mesmo critério o jogo inteiro. Não deu faltas em contatos, alguns fortes, nem em empurrões leves. Foi um estilo diferente do habitual no Brasil e coerente na não marcação da falta. No país, apita-se pênalti bem leves - não acho que foi o caso deste não assinalado de domingo. Como exemplo, temos o marcado contra o Corinthians no final do jogo contra o Internacional ou o inexistente para o Palmeiras contra o Sport. Mas as supostas faltas em Fuchs e Vitor Roque só seriam marcadas nos campeonatos cariocas de 20 anos atrás, em que qualquer toque parava o jogo. Sampaio, portanto, foi coerente no jogo, mas diferente do restante do Brasileiro. E, na realidade, muitas vezes dirigentes, técnico, jogadores só fingem querer um critério uniforme. Quando seu time tem a bola, defendem uma arbitragem no estilo à brasileira. Qualquer toque é falta, qualquer entrada mais dura tem que ser vermelho. "Como assim não expulsa?" Mas, quando seu time não tem a bola, aí defendem uma arbitragem no estilo Premier League. Vale trombada, jogo de corpo e encontrão. "Futebol é esporte de contato". Continua após a publicidade O próprio Palmeiras que reclama de faltas agora acha que não houve intensidade no pênalti em Arrascaeta no primeiro turno. João Martins, o intrépido auxiliar de Abel Ferreira, disse que não via falta. Justo, visão válida já que era outro lance de zona cinzenta. Mas foi o mesmo João Martins que abordou Wilton, no domingo, para dizer que estava de marcação com o Palmeiras e foi ali para prejudicar o time. E que seu clube foi pedir faltinhas, ou mini faltas Cito aqui o Palmeiras porque estava envolvido nesses lances específicos. Mas, no geral, a maioria dos técnicos e dirigentes de todos os clubes agem desta forma. E a falta de critério também se estende à parte de nossa imprensa. O toque de leve de hoje vira uma bazuca na semana seguinte. Depois, cobra-se critério dos árbitros. É preciso decidir que tipo de arbitragem é a ideal, mais contato, menos contato, essa mão aqui é sim pênalti, aquele outro tipo, não. Pelo menos um corte de intensidade. A subjetividade vai continuar existindo, mas pelo menos com alguma linha de atuação. Quem tem o papel de traçar esse parâmetro é a CBF. Mas, sendo justo, há bastante incoerência também em quem critica e não tem critério nenhum. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora STJ determina prisão preventiva de ex-auditor que comprou atestado de óbito Fux busca sua turma para formar maioria bolsonarista? Pressa de Haddad irrita Casa Civil, e falta alinhar leis para compensar IOF A Fazenda 2025 - enquete UOL: quem deve escapar da 5ª roça e se tornar fazendeiro? Sornoza marca, mas Dudu crava empate do Atlético-MG; veja gols do jogo