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Análise dos Times

Motivo: O artigo cita o Corinthians como um dos times em campo, mas o foco principal está na reflexão social e não em uma análise específica do desempenho do time.

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Motivo: O artigo cita o Flamengo como um dos times em campo, mas o foco principal está na reflexão social e não em uma análise específica do desempenho do time.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

flamengo corinthians brasil juca kfouri itaquera lollapalooza

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Só para assinantes Assine UOL Opinião Vendo o Brasil de camarote Juca Kfouri Colunista do UOL 24/03/2026 12h31 Deixe seu comentário Imagem: Reprodução/CBFTV Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× POR ANDERSON BORGES COSTA* No domingo passado fui ao estádio do Corinthians, em Itaquera. Fui com o meu irmão, o Wella. Fomos ver um jogo de futebol, Corinthians x Flamengo, mas acabei vendo uma partida na qual duelava minuto a minuto o Brasil inteiro. Vi o jogo no camarote. Ao meu lado, dirigentes, empresários, convidados. Muitos comentavam que não trouxeram seus filhos porque eles preferiram assistir a um festival de música em Interlagos, o Lollapalooza. No camarote em Itaquera, garçons serviam refrigerantes, petiscos, jantar, sobremesa. Tudo de graça para os convidados. O preço do ingresso para o Lollapalooza é salgado. Os mais baratos saem por volta de R$ 500,00 por dia. O salário mínimo no Brasil é R$ 1.621,00 por mês. Ainda assim, milhares de jovens compraram ingresso para ver os três dias de shows em Interlagos. Um hambúrguer simples no festival em Interlagos custava cerca de R$ 35,00. Um copo de refrigerante, R$ 12,00. A cada 10 brasileiros que trabalham, 4 recebem 1 salário mínimo por mês. Um fim de semana no Lollapalooza custa o equivalente a um mês de trabalho de quase metade da população no Brasil. No domingo passado, eu não fui ao Lollapalooza. Fui a Itaquera. Vi o jogo entre as duas maiores torcidas do Brasil. Somadas, as torcidas de Flamengo e Corinthians equivalem a quase a metade da população brasileira. Boa parte dos flamenguistas e corintianos que trabalham, recebem um salário mínimo por mês. O preço médio para ver o jogo foi R$ 150,00, mas em alguns assentos, a entrada chegava a R$ 400,00. Eu vi o jogo lá do alto, do camarote. De cima, vi que as maiores torcidas do Brasil não puderam entrar na arena para verem seus times jogar. O Brasil é uma partida de futebol na qual, aos brasileiros, só resta torcer de longe, sem participar. No Brasil, o futebol é um constante impedimento, sem cartões vermelhos. Pra quem se interessa por futebol: o placar do jogo foi um empate por 1x1. Ninguém venceu. * Anderson Borges Costa é escritor. Josias de Souza Caiado não é a terceira via, mas a via auxiliar de Flávio Mônica Bergamo Michelle vai sozinha falar com Moraes e irrita aliados Alicia Klein Neymar dobrou a aposta e foi de 'all in' João Paulo Charleaux Irã emerge da guerra mais agressivo, coeso e fechado Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Julgamento de argentina acusada de injúria racial começa hoje no Rio Lúpus: um novo remédio para quem não responde ao tratamento padrão Nova parcial da enquete UOL BBB: números surpreendem no início da tarde BBB 26 terá três eliminações e formação do Top 10 nesta semana Flávio Bolsonaro x Lula: o que diz pesquisa feita entre eleitores do Pará