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O dia amanheceu com o Santos mergulhado na zona do rebaixamento: é o 17º colocado, com 38 pontos, e precisa de combinações de resultados para respirar fora da Série B neste Brasileirão. A produção de hoje aponta para um empurrãozinho vindo de rivais paulistas que enfrentam duelos decisivos contra times que brigam pela queda; Bragantino, Corinthians, São Paulo e Mirassol aparecem nos cálculos, com a última rodada prometendo jogos entre equipes ameaçadas. [ ]. À tarde, a notícia que ganhou contornos históricos: a NR Sports, empresa do pai de Neymar, anunciou a compra da marca Pelé. O Santos não participou da aquisição, mas o objetivo é licenciar a marca para explorar a relação Pelé-Santos, com Neymar envolvido em conversas e com a expectativa de que a história do Rei se eternize ao lado do Peixe. “Não há Pelé sem Santos e não existe Santos sem Pelé”, disse o entorno da operação, enquanto Neymar e a diretoria sinalizam caminhos de parceria e receita. [ ]. Na linha de frente do campo, a renovação de Neymar fica em segundo plano na reta final do Brasileirão. O contrato atual vai até 31 de dezembro de 2025, e ele soma 25 partidas, sete gols e três assistências. O Conselho Fiscal aponta preocupações com custos crescentes, enquanto a gestão afirma buscar equilíbrio orçamentário, mantendo a austeridade mesmo com aumento da receita. [ ]. É um dia em que o Santos parece andar entre passado glorioso e presente de números: a marca Pelé ganha fôlego comercial, Neymar traz a esperança em uma possível reestreia com a camisa alvinegra, e o objetivo imediato é manter o time vivo entre a luta pela permanência e a memória de títulos que moldaram gerações. Enquanto os rivais tropeçam, a torcida respira com cada tropeço dos adversários que ainda chegam ao duelo final com o Peixe na mira. [ ].