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Análise dos Times

Brasil

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Motivo: O artigo foca na perspectiva da CBF e como a Copa afeta financeiramente a entidade que representa a seleção brasileira, mas sem focar em um viés positivo ou negativo para o desempenho em campo.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Nike Carlo Ancelotti Seleção Brasileira Copa do Mundo Samir Xaud CBF FIFA

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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Por que a operação da Copa é deficitária para a CBF Rodrigo Mattos Colunista do UOL 11/05/2026 11h00 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti e Samir Xaud, presidente da CBF Imagem: Rafael Ribeiro/CBF A Copa do Mundo representa a maior exposição para seleções nacionais e principal motivo para seus vultosos patrocínios. Mas a operação da Copa em si é deficitária para a CBF (Confederação Brasileira de Futebol). E isso vai ser agravado neste Mundial de 2026 em EUA, México e Canadá. O evento começa daqui a um mês, em 11 de junho. Em abril, o Conselho da Fifa (Federação Internacional de Futebol) determinou que a contribuição para cada federação nacional visando à Copa será de US$ 12,5 milhões (R$ 64,4 milhões). O valor foi aumentado em 25% após reclamações das entidades sobre os altos custos nos EUA. Pedro Lopes Seleção já previa Estêvão fora da Copa do Mundo Sakamoto Explosão revela problema que pode estourar em SP Graciliano Rocha Como a Elo avança para estrear em Wall Street Josias de Souza O bolsonarismo polarizou a bactéria Mas, para seleções grandes, esse dinheiro é insuficiente para cobrir despesas. Sim, a Fifa paga por hotel e passagens para delegações dos times nacionais. Mas a entidade só banca os custos de uma equipe até 50 pessoas. Para amistosos e jogos de eliminatórias, a seleção brasileira tem um grupo de 80 pessoas que viajam. Para a Copa do Mundo, esse número vai aumentar, pois é necessário incrementar o staff. Fora isso, há pessoas fora do grupo ligado ao futebol, como dirigentes e convidados. A CBF ainda não fechou o plano do grupo total. Mas já há a certeza na entidade que a Copa será deficitária mesmo se o Brasil for campeão. A Fifa paga um total de US$ 50 milhões (R$ 245 milhões) para o vencedor da final. Só que, neste caso, o acerto com os jogadores é sempre destinar uma boa parte da premiação para o elenco. Ou seja, só uma parte entra de fato nos cofres da entidade. Continua após a publicidade Para completar, a avaliação da CBF é de que os EUA será uma Copa com custos altos, inclusive em impostos. Os pagamentos feitos pela Fifa devem sofrer taxações de até 30%, assim como ocorreu com os times no Mundial de Clubes, no ano passado. É claro que, considerando toda a conta da entidade, o Mundial é vantajoso. Só os patrocínios subiram para R$ 1 bilhão anual neste ano do evento. Ainda assim, a previsão do orçamento da CBF é de fechar o ano de Copa com R$ 200 milhões de déficit. Isso se explica, também, pelo fato de uma parte do novo contrato da Nike ter sido antecipado e recebido em 2024. A partir de 2027, a receita vai aumentar significativamente. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Wesley Batista elogia EUA e filho de Trump brinca: 'Está contratado' Pré-lista de Ancelotti para Copa tem Neymar e Pedro, e Estêvão ausente Palmeiras diz que vê erro reconhecido por CBF e nega pedido para punir juiz Por unanimidade, Segunda Turma do STF mantém prefeito tiktoker no cargo Por que beber detergente, mesmo em pequenas doses, pode ser perigoso?