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Bad Bunny agita show do intervalo do Super Bowl com valorização à cultura latina, e Trump critica apresentação O cantor porto-riquenho Bad Bunny celebrou a cultura latino-americana no show do intervalo do Super Bowl LX, que consagrou os Seahawks diante dos Patriots em Santa Clara, na Califórnia. Números preliminares indicam que a apresentação do último domingo (8) foi a mais assistida da história da atração durante a grande final da NFL. Mais de 135 milhões telespectadores acompanharam a performance do artista mais ouvido do planeta, de acordo com dados iniciais da transmissão norte-americana . A marca estabelece um novo recorde no evento, que é o mais importante da televisão dos EUA. 1 de 2 Bad Bunny comandou o show do intervalo do Super Bowl LX, vencido pelos Seahawks — Foto: Kyle Terada/Reuters Bad Bunny comandou o show do intervalo do Super Bowl LX, vencido pelos Seahawks — Foto: Kyle Terada/Reuters Até então, a apresentação de Kendrick Lamar no ano passado ocupava o topo no ranking de shows do intervalo mais assistidos do Super Bowl. O rapper mobilizou 133,5 milhões de telespectadores na final da temporada 2024/25, vencida pelos Eagles contra os Chiefs, superando o número do jogo em si, que foi registrou 127,7 milhões de audiência. Agora em terceiro na lista está a lendária exibição de Michael Jackson, que revolucionou o show do intervalo do Super Bowl. Em 1993, cerca de 133,4 milhões de pessoas prestigiaram o espetáculo conduzido pelo Rei do Pop. As performances de Usher e Rihana, respectivamente em 2024 e 2023, completam o top 5 das maiores audiências do espetáculo, segundo levantamento da Billboard. 2 de 2 Bandeiras do Brasil e de outros países do continente americano durante apresentação de Bad Bunny no show do intervalo do Super Bowl LX — Foto: Mike Blake/Reuters Bandeiras do Brasil e de outros países do continente americano durante apresentação de Bad Bunny no show do intervalo do Super Bowl LX — Foto: Mike Blake/Reuters Ontem, Bad Bunny comandou uma apresentação de 13 minutos totalmente em língua espanhola. Ele pregou a união e o amor e finalizou com uma performance em meio às bandeiras de todos os países do continente americano, entre eles o Brasil. O show contou com participações especiais de Ricky Martin, também porto-riquenho, e Lady Gaga. Ranking de shows do intervalo mais assistidos do Super Bowl Bad Bunny (2026): 135 milhões* Kendrick Lamar (2025): 133,5 milhões Michael Jackson (1993): 133,4 milhões Usher (2024): 129,3 milhões Rihanna (2023): 121 milhões *Números preliminares da audiência Trump detona show Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump esteve presente no Super Bowl LX, mas criticou a apresentação de Bad Bunny. Em uma rede social, o político republicano afirmou que o show foi terrível e um dos piores de todos os tempos. O cantor porto-riquenho é crítico ferrenho da política de imigração do atual governo dos EUA. A performance no Super Bowl foi a sua única em território estadunidense na atual turnê devido à atuação do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega), que vem gerando turbulência no país.