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Análise dos Times

Motivo: O texto menciona que Goycochea deu azar para o Santos, e Arnaldo Cezar Coelho prejudicou o time na final de 1983, indicando um viés negativo devido a erros de arbitragem.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Motivo: O texto sugere que o Flamengo ganhou um título 'no apito' devido a um pênalti não marcado para o Santos, indicando um viés sutilmente positivo ou a percepção de um benefício em uma decisão.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Mencionado em uma lista de outros assuntos, sem juízo de valor específico na análise do árbitro.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado em uma narrativa sobre um jogo específico contra o Santos, sem um viés claro sobre a arbitragem neste contexto.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado apenas como torcedores que apoiaram a escalação de Carlos Eugênio Simon, sem viés direto sobre o time ou a arbitragem.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado em um contexto histórico de uma final contra o Palmeiras, sem análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado em relação a um gol anulado contra o Vasco, sem um juízo claro sobre viés do árbitro.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado em relação a uma final contra o Santos, sem análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado em relação a um jogo contra o Cruzeiro, sem análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Vasco Flamengo São Paulo Corinthians Santos Palmeiras Cruzeiro Portuguesa Milton Neves Armando Marques Carlos Eugênio Simon Romualdo Arppi Filho Arnaldo Cezar Coelho Roberto Goycochea José Aparecido de Oliveira

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Os cinco melhores árbitros de futebol que eu vi Milton Neves Colunista do UOL 13/04/2026 08h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Existem no futebol tarefas fáceis e tarefas difíceis. Sabe qual é a mais simples? Apresentar programa pós-rodada. Sakamoto Patrões querem a raposa como gerente do galinheiro Josias de Souza Queda de Orbán deixa marcas no clã Bolsonaro Yara Fantoni Corinthians transformou empate em vitória Casagrande Palmeiras é incompetente em clássico de grosseria Incrível, mas, em 50 anos de plantão esportivo, jamais errei o resultado de uma partida nas edições do "Terceiro Tempo" no rádio e na TV. E quais as mais difíceis? Aí temos uma lista: ser narrador no rádio, ser goleiro, ser artilheiro, ser bandeirinha e ser árbitro. E, nesta última modalidade, acompanhei, como torcedor ou como membro da crônica especializada grandes e honestos nomes desfilando competência com o apito na boca. Abaixo, faço uma lista dos melhores que eu vi. Lembrando sempre, é claro, que todos eles erraram em suas carreiras. Continua após a publicidade Mas foram árbitros extremamente competentes e, principalmente, honestos. 1º - Carlos Eugênio Simon Simon sempre foi um árbitro extremamente confiável. Errou algumas vezes, mas sempre foram equívocos imponderáveis, jamais erros premeditados. E ele ocupa o primeiro lugar desta lista com apoio dos jornalistas Fábio Piperno e Ronald Gimenez, fanáticos torcedores do Fluminense. 2º - Armando Marques Continua após a publicidade O nome mais marcante do apito brasileiro. Seu estilo rigoroso marcou época e serviu de inspiração para muitos outros árbitros. Tanto que sempre era chamado para apitar decisões importantes Brasil afora. Tinha como característica não tolerar lances violentos. Também não se intimidava com a truculência dos cartolas. Mas, claro, cometeu grandes erros em sua carreira. Como na final do Paulista de 1973, entre Santos e Portuguesa (errou na contagem dos pênaltis), no gol legal de Leivinha que anulou na decisão do Estadual de 1971, entre Palmeiras e São Paulo, e no duelo decisivo do Brasileirão de 1974, quando tirou o gol legítimo do cruzeirense Zé Carlos contra o Vasco. 3º Arnaldo Cezar Coelho Uma das pessoas mais corretas da história do apito e do microfone. Tremendo bom caráter e apitou muito bem durante toda a sua carreira. Apesar de ter prejudicado o Santos na final do Brasileiro de 1983, não dando pênalti de Marinho em Pita. Com aquela penalidade convertida, o Peixe teria vencido no Maraca. Mais um título que o Flamengo ganhou no apito. 4º Roberto Goycochea Continua após a publicidade O argentino que apitou nos anos 60 e 70 aqui no Brasil marcou época com o uniforme preto. Roberto Goycochea foi, sem dúvidas, um dos melhores árbitros de todos os tempos. Tanto que, depois de pendurar o apito, se tornou diretor da comissão de arbitragem da AFA. Uma pena que ele tenha dado azar para o Santos naquele 6 de março de 1968, no Pacaembu, dia em que o Corinthians venceu o Peixe após 11 anos levando um baile da equipe praiana. 5º Romualdo Arppi Filho Tecnicamente, Romualdo é considerado o melhor de todos. Não à toa apitou a final da Copa do Mundo de 1986. Às vezes se perdia querendo fazer média, ficando em cima do muro. Mas nada que apague o brilho de sua grande carreira. Menção honrosa: José Aparecido de Oliveira Continua após a publicidade Um dos mais injustiçados árbitros de todos os tempos. Tanto que ganhou o apelido de "Barbosa do Apito". Zé Aparecido sempre foi honesto, correto e, infelizmente, acabou sendo vítima de racismo naquela tão comentada final do Paulista de 1993. Agora é a sua vez, amigo internauta. Cornete a minha lista e crie o seu top 5 também! Opine! Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milton Neves por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Erika Hilton foi fã de Harry Potter na infância: 'Autora virou fascista' Motoristas e entregadores convocam greve contra PL do aplicativos Oposição e governo apostam em divisão de vagas ao Senado pelo país Papa Leão 14 rebate Trump e diz não ter medo do governo dos EUA Documento 512: a história da maior mentira arqueológica do Brasil