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Kimi Antonelli vence GP de Miami | Melhores momentos | Fórmula 1 Última colocada do campeonato de construtores e ainda sem pontuar na F1 2026, a Aston Martin tenta se reconstruir na temporada. Mas de acordo com Fernando Alonso, um dos principais problemas do carro da equipe foi resolvido: as constantes vibrações oriundas do motor. O espanhol afirmou após o GP de Miami que não tem mais sofrido com o problema, responsável por afetar as mãos dos pilotos e as peças do monoposto. Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp Colapinto atende fã aos prantos em estrada após o GP de Miami Montoya pede suspensão de Verstappen por criticar regras da F1 1 de 3
Fernando Alonso durante o GP de Miami de F1 2026 — Foto: Sam Navarro-Imagn Images via Reuters Fernando Alonso durante o GP de Miami de F1 2026 — Foto: Sam Navarro-Imagn Images via Reuters As vibrações foram identificadas pela Honda, fornecedora de motores da Aston Martin, ainda durante a pré-temporada. Além de causarem danos às baterias dos carros, elas ainda representavam um perigo para a saúde. Adrian Newey, chefe da equipe, chegou a dizer que o problema poderia causar danos permanentes nos nervos das mãos de Alonso e Lance Stroll. Embora a equipe não tenha obtido bom resultado em Miami, Alonso celebrou o sumiço das vibrações - o que a Aston Martin já projetava para a corrida do último fim de semana: – (Desapareceram) completamente. Melhorou muito e é o melhor aspecto do fim de semana. O carro já se comporta com normalidade, e não há problemas para terminar a corrida ou preocupações com a confiabilidade. Sem conseguir esses pontos, não teremos a confiança para dar os passos em rendimento – disse. Lance Stroll foi um pouco menos otimista que o espanhol, mas também confirmou que o carro da Aston Martin “teve menos vibrações”. Shintaro Orihara, engenheiro-chefe da Honda Racing Corporation (divisão de automobilismo da Honda) celebrou a avaliação positiva dos pilotos em relação às melhorias. – A HRC e a Aston Martin trabalharam muito duro para trazer correções aqui. Confirmamos que elas estão funcionando bem, e os nossos pilotos também nos deram comentários positivos. Isso é um pouco de progresso positivo para a Aston Martin e a Honda – iniciou, acrescentando: – Completamos a distância total de corrida e a corrida sprint sem maiores problemas de confiabilidade. Esse é um bom progresso. Nosso próximo foco de ponto é otimizar nossas configurações de dados para o gerenciamento de energia, além da dirigibilidade. Também há muita margem para melhorar nossa unidade de potência. Esse é o próximo passo para nós. 2 de 3
Alonso e Stroll, pilotos da Aston Martin na F1 2026 — Foto: Brian Snyder/Reuters Alonso e Stroll, pilotos da Aston Martin na F1 2026 — Foto: Brian Snyder/Reuters Progresso ainda é lento No entanto, o discurso de pilotos e equipe em relação às melhorias não foi o mesmo depois do GP de Miami. Após a pausa de abril, imaginava-se que a Aston Martin levaria atualizações no carro para a prova, mas a escuderia foi a única a não apresentar qualquer alteração. Depois de acabar a corrida nos Estados Unidos em 15º lugar, Alonso freou as expectativas por novidades. Ao ser perguntado se o fato de a próxima etapa da Fórmula 1 (no Canadá) ter apenas um treino livre afeta a preparação da equipe, o Príncipe das Astúrias afirmou que o monoposto não deve ter grandes atualizações antes da pausa de meio de ano. – Para nós não afeta muito, porque não temos prevista nenhuma peça nova no Canadá. Até as corridas 12 ou 14, creio que não traremos nenhuma peça. Sendo assim, nessa primeira parte de temporada, quanto menos treinos houver, melhor – disse à “ESPN”. A 14ª etapa do campeonato acontece na Espanha, no dia 13 de setembro. Portanto, Alonso ainda espera quatro longos meses pela frente antes da chegada de novidades aerodinâmicas. – Da corrida 14 não vai passar. Ainda falta um longo caminho. Enquanto não se entendam os problemas e não se solucionem, é difícil ter a confiança para dar passos em relação ao rendimento – acrescentou. 3 de 3
Mike Krack, diretor de pista da Aston Martin, durante o GP de Miami — Foto: Alastair Staley/LAT Images Mike Krack, diretor de pista da Aston Martin, durante o GP de Miami — Foto: Alastair Staley/LAT Images Apesar da declaração de Alonso, o ponto de vista da chefia da Aston Martin é diferente. De acordo com Mike Krack, diretor de pista da equipe de Silverstone, o time vai ter melhoras para o GP do Canadá - embora não tenha especificado quais serão. – Temos muita vontade de ir para o Canadá. Obviamente, é uma corrida importante para nós, importante para a equipe. Mas também é uma corrida importante para a nossa colaboração (com a Honda, fornecedora de motores). Então iremos com melhoras e tentaremos fazer melhor do que antes – afirmou. O GP do Canadá vai ser disputado no dia 24 de maio, com transmissão do sportv 3 e cobertura ao vivo do ge.globo .