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Análise dos Times

Motivo: O Palmeiras é mencionado em lances específicos que geraram polêmica na arbitragem, mas o artigo foca nos erros e não em um viés positivo ou negativo para o clube.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Flamengo é citado em lances de jogo que sofreram com decisões de arbitragem questionáveis, mas a análise é centrada na atuação dos árbitros e não em um favorecimento ao time.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Fluminense aparece em um dos lances analisados, mas não há indícios de viés particular para o clube na matéria.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Santos é mencionado em um lance específico com uma crítica à arbitragem, sem um viés direcionado ao time.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Flamengo Santos Palmeiras Thiago Silva Brasileirão Abel Ferreira Luciano Tapia Gustavo Gómez Allan Souza Bruno Henrique Maurício Paulo César Oliveira

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Brasileirão está marcado por erros comprometedores de arbitragem Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 22/11/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Thiago Silva chuta Bruno Henrique dentro da área, mas o árbitro não deu pênalti Imagem: Reprodução TV Os erros de arbitragens nesse campeonato estão sendo calamitosos, absurdos, dignos de quem é muito ruim no que faz. O campeonato está marcado por decisões confusas e, até certo ponto, estranhas desde a primeira rodada, mas vou pegar quatro lances mais recentes para ilustrar esse texto, porque se for atrás de todos os erros catastróficos que o VAR e os árbitros cometeram esse ano ficaria aqui escrevendo um manuscrito de história de terror. Mas vamos aos lances. O primeiro de todos, e talvez o mais escandaloso que já vi, foi o pênalti do garoto Allan, do Palmeiras, no clássico vencido pelo time do Abel Ferreira por 3 x 2, de virada, no dia 05/10, no Morumbis. Esse erro grosseiro da arbitragem não tira o mérito da incrível virada palmeirense, mas deixa perplexo quem faz parte do futebol por décadas e nunca viu nada igual. Dentro da área, Luciano toca para o Tapia, mas a bola passa por ele, que se vira e corre em direção dela, quando, de repente, do nada, chega o Allan escorregando e atropela o atacante tricolor, pegando o cara no meio. Juca Kfouri Uma boa notícia: Tite está de volta Wálter Maierovitch Indicação de Messias não é republicana Josias de Souza Defesa de Bolsonaro joga toalha Hélio Schwartsman Indicação de Messias para o STF pode virar problema Um pênalti do tamanho de um bonde que o árbitro e o VAR acharam normal. Mas eles aprenderam as regras em qual lugar? Pouco importa se a bola está perto ou longe do atacante; se ele estiver em jogo e o defensor atropelar o cara, mesmo sendo sem querer, é pênalti. Foi um escândalo mundial esse lance, porque virou o mundo. O segundo lance foi na vitória do Flamengo sobre o Palmeiras por 3 x 2, no Maracanã, no dia 19/10. Num cruzamento na área, o Gustavo Gómez, exímio cabeceador, sobe sozinho quando, sem disputar a bola, Jorginho o empurra com as duas mãos no meio das costas, tirando totalmente o equilíbrio do zagueiro que já estava no alto. Lance isolado, não tinha ninguém por perto, visão ampla da jogada, e o árbitro e o VAR ignoraram a jogada. Acharam lance normal, mas anormal mesmo foi essa interpretação absurda da jogada, de pênalti claro e limpo. Agora, mais recentemente, aconteceram outros dois lances de arrepiar pelo tamanho da incompetência da nossa arbitragem. Já no dia 15/11, último sábado, na Vila Belmiro, na vitória do Santos em cima do Palmeiras por 1 x 0, aconteceu um novo lance tão escandaloso como os outros dois que já relatei. Cruzamento forte e rasteiro da esquerda para a direita do ataque do Palmeiras, e a bola passa por todos, inclusive pelo Maurício, que chegava sozinho na segunda trave, quando foi atropelado pelas costas pelo lateral santista Souza. Alguns dizem assim: "Mas a bola já havia passado". E daí? A bola continuava em jogo e o Maurício foi atropelado sem nem saber por quem. Tão pênalti como o do Allan no Tapia, que também não foi marcado. Numa outra jogada com peregrina visão para o árbitro. Continua após a publicidade Vamos para o último exemplo de incompetência coletiva, inclusive de comentaristas de arbitragem. Agora, dia 18/11, no Maracanã, na vitória do Fluminense por 2 x 1 sobre o Flamengo. Bola solta dentro da área, totalmente em disputa, quase na linha de fundo, quando o zagueiro Thiago Silva foi dar um chutão e o Bruno Henrique entra na frente para proteger a bola, que iria sair na linha de fundo e seria escanteio. O Thiago não percebeu a entrada do Bruno na jogada e o chutou, pegando a perna do atacante do Flamengo sem nem tocar na bola. Pegou só a perna do atacante, as imagens são claríssimas e foram mostradas em todos os lugares diversas vezes. Um pênalti impossível de não ser marcado e reconhecido como tal por quem comenta futebol. Foi um escândalo enorme. Para piorar, vem o que sobrou da Central do Apito, e o meu amigo Paulo César Oliveira tenta explicar o lance concordando com o árbitro, usando um argumento tão absurdo quanto o próprio pênalti. Disse o seguinte: "Quem foi para a jogada? Quem forçou o contato foi o Bruno Henrique. Ele viu que o Thiago iria chutar e procurou o contato." Gente, o que o atacante tem que fazer quando a bola está viva dentro da área, sem estar com o domínio do zagueiro? Ir na jogada, brigar pela bola, tentar recuperá-la e procurar fazer o gol para o seu time. Se ele foi esperto ao entrar no meio da jogada, sem fazer falta, e o zagueiro acerta só a perna do atacante, é pênalti. Nunca vi um argumento desse tipo. Foi como se o atacante não pudesse ir disputar uma bola que está livre e tivesse que deixar o zagueiro ir chutá-la sem problema. O futebol é a bola, e se a disputa for limpa o jogador pode disputar quando quiser, e se for chutado de propósito ou sem querer dentro da área, é pênalti. O que acontece é que, além da ruindade das arbitragens e do VAR, o cooperativismo entre eles ainda é muito grande, principalmente porque não colocam mais o árbitro como comentarista na TV Globo, e ele só entra depois que o árbitro já marcou ou errou. Na maioria das vezes, eles concordam com a decisão, mesmo sendo um erro absurdo. E piora quando, mais tarde, num programa de televisão, os comentaristas tentam arrumar argumentos para justificar o injustificável. Continua após a publicidade Esse campeonato está alarmante pelo número de erros grosseiros que estão interferindo diretamente no resultado do jogo. Eles favoreceram e atrapalharam todos os times; pode ter sido uns mais, outros menos, mas os erros foram contra todos. O campeão não terá o título manchado, mas o campeonato será marcado pelos erros comprometedores do início ao fim. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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